A faísca que falta para pegar fogo!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011.
          

           A queda do ditador Mubarak no Egito foi a faísca que faltava para o mundo árabe pegar fogo e expulsar os seus ditadores do poder, por mais que tentem resistir a tendência é que um por um eles caem em desgraça no Iêmen, na Líbia, etc... não dá mais para aguentar os abusos de um ditador em pleno séc. XXI, é necessário que o mundo todo reveja seus conceitos e quebre seus paradigmas. Na Líbia a situação de momento não é nada boa o Presidente já perdeu o controle do nordeste e do oeste do país onde se insurgiram contra o governo naquilo que parece ser uma revolução, que vai marchar rumo a capital do pais para por fim a ditadura da Líbia, toda forca ao povo Líbio! os mortos não chegam a uma conta exata, 1000, 2000, etc...

vejam a matéria publicada pelo portal yahoo:


 Um médico francês que acaba de voltar de Benghazi (leste da Líbia) estimou nesta quarta-feira que os confrontos na cidade fizeram "mais de 2.000 mortos". Uma de suas colegas disse à AFP ter recebido, no hospital em que trabalhavam, na cidade, dezenas de feridos, entre quinta-feira e domingo.
"Benghazi foi atacada na quinta-feira. Nossas ambulâncias contaram, no primeiro dia, 75 mortos; no segundo, 200; em seguida mais de 500", afirmou Gérard Buffet, médico durante um ano e meio do Benghazi Medical Center, em depoimento divulgado no site da revista Le Point.
"No total, acho que houve mais de 2.000 mortos" em Benghazi, segunda cidade do país e epicentro do movimento contra Kadhafi lançado no dia 15 de fevereiro, afirmou o médico."Benghazi foi atacada na quinta-feira. Nossas ambulâncias contaram, no primeiro dia, 75 mortos; no segundo, 200; em seguida mais de 500", afirmou Gérard Buffet, médico durante um ano e meio do Benghazi Medical Center, em depoimento divulgado no site da revista Le Point.
Uma de suas colegas, diretora do grupo de enfermagem no mesmo hospital, Patricia Vignetta, viu chegar dezenas de feridos e mortos vítimas de disparos, entre quinta-feira e domingo.
"Na noite de quinta-feira, começamos a ouvir os tiros e a receber pacientes feridos", explicou Vignetta, 58 ans, rapatriada para a França na manhã desta quarta-feira depois de ter passado mais de um ano em Benghazi.
Antes de deixar a cidade, "no aeroporto de Benghazi, vimos militares, mas com uniformes diferentes, pelo que deduzimos que seriam mercenários", prosseguiu ela.
Apesar do medo "partimos com a morte na alma", disse ela. "A embaixada mandou que partíssimos, porque o hospital tornou-se alvo das autoridades líbias. Mas deixamos para trás funcionários líbios, enfermeiras filipinas, médicos ucranianos...".
A Federação Internacional das Ligas de Direitos do Homem (FIDH) anunciou nesta quarta-feira pelo menos 640 mortos durante a violência na Líbia - 275 em Trípoli e 230 em Benghazi.

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