O preconceito segundo Albert Einstein

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011.

 
Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo

centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas.

Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas

lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão.

Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros

enchiam-no de pancadas.

Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da

tentação das bananas.

Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos.

A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo

rapidamente retirado pelos outros, que o surraram.

Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais subia a

escada.

Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro

substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato.

Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato.

Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído. Os

cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo

nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que

tentasse chegar às bananas.

Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem

tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:

"Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui..."

Não perca a oportunidade de passar esta história para os amigos, para

que, vez por outra, questionem-se porque estão "batendo".

"É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito".

Albert Einstein

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