A Marca da Violência

segunda-feira, 30 de maio de 2011.

A truculência, o desrespeito, a violência e o combate fervoroso contra os movimentos sociais sempre foram uma marca do PSDB, aonde este partido chega a governar os movimentos sociais são reprimidos e muitas vezes com violência e às vezes mortes. Basta vermos o governo de São Paulo, o governo anterior no Rio Grande do Sul, o Pará de Almir Gabriel e depois Jatene, efim.... São tantos exemplos que se eu começar a descrever todos haja papel. Talvez por estas pessoas, aliadas a está sigla, que só chegam ao poder graças a sua junção com as elites regionais o que faz com que a divida política seja alta e por isso a repressão contra os movimentos sociais que nada mais são do que a busca por igualdades e quem no sistema quer dar igualdade ao povo? Se não houver derramamento de sangue nem o estado e nem as elites vão mudar de postura. Vejam a quanto tempo se tem violência no campo no Pará? Quantas vezes o estado entrou como mediador? Quem lucra com as mortes no campo? Essas perguntas estam todas relacionadas uma com a outra. Algumas vezes no governo Ana Julia houve conversas com os movimentos sociais e resoluções que não entraram no campo da violência e da repressão (a não ser contra os professores, mas não foi no campo) e todos já estávamos cientes que voltando ao poder os tucanos votamos com a truculência, o desrespeito, a violência e o combate fervoroso contra os movimentos sociais. Isso porque se trata de uma marca de governo se não for assim não é PSDB, é qualquer outra coisa.

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