Apurando os Fatos

quarta-feira, 8 de junho de 2011.
A matéria que vou exibir abaixo foi originalmente publicado no blog do Bruno Marques e está em Itálico, bem abaixo da matéria do blog do Bruno vai a minha análise da situação e um vídeo que vou explicar no post para vocês assistirem, leiam:

QUE SITUAÇÃO

 

A professora Ediene de Biologia estava explicando aos alunos ontem que hoje não haveria aula, pois decidimos que paralisaríamos hoje para irmos à assembléia do SINTEP para deliberarmos sobre a greve.
            Um aluno inconformado com isso retrucou:
            - Hum, vocês querem ganhar mais que pedreiro que passa o dia pegando no pesado!
            Sei lá o que o leitor deste blog acha disso, mas na semana em que o vídeo da professora Amanda Gurgel ganhou o mundo, esse comentário do aluno do Antonio Lemos, no mínimo mostra como nossa categoria é percebida pela sociedade.
Nada contra o pedreiro, mas nós estudamos mais, nos preparamos mais, e que tristeza está defendendo minha categoria em detrimento dos irmãos pedreiros. Pode parecer elitista, mas eu queria está me relativizando com um engenheiro.

 Quando li esta matéria no blog do Bruno recordei de uma frase que disseram em sala de aula sobre o papel social do professor, é mais ou menos isso:
Se um médico erra ele mata uma vida.
Se um engenheiro erra ele mata algumas vidas.
Se o professor erra ele mata uma geração inteira.
E é exatamente isso, apesar de muitos acharem que o professor é um verdadeiro mágico de OZ que vai conseguir fazer um milagre mesmo fazendo um percurso de mais de 200 horas para ter um salário mais ou menos que dê para sobreviver na verdade o professor não é um mágico e precisa ter as suas necessidades mínimas atendidas, enfim.. Não vou me estender muito porque colocarei o vídeo da professora Amanda Gurgel Abaixo e ela fala com mais eloqüência sobre o assunto.
 Outra coisa que me impressiona é que tanto o médico, o engenheiro e o professor passaram juntos pela faculdade fizeram curso superior e, no entanto, os valores salários entre as classes são abissais, qual a diferença significativa, se é que existe alguma, que justifica tal acontecimento? Até mesmo o advogado e o médico precisaram de um professor para se formar, então porque a diferenciação desconexa entre uns e outros? Inclusive na hora de protestar os advogados e outros ligados as leis e os médicos recebem um certo apoio inclusive da mídia, quanto os professores são logo taxados e comparados como foi o caso do aluno e o porquê disso?
Esclarecedor é o discurso da professora Amanda Gurgel que vai abaixo: 

Comentários:

 
Blog do Tiago Sousa © Copyright 2010 | Design By Gothic Darkness |