Cai A Mascara do Bom Moço

sexta-feira, 17 de junho de 2011.

Gostaria de dizer antes da postagem que esta deve ser a penúltima ou antepenúltima postagem que trata do governo Obama e da farsa do bom moço, espero que esteja claro agora à grande ignorância que é acreditar que este senhor foi realmente eleito para defender os pobres e oprimidos ao contrário ele e tantos outros só estão a fazer o percurso histórico de defesa dos interesses de Wall Street.

Abrirei a analise deste post com a afirmação do Professor Paul Roberts:
“De todos os países do mundo, nenhum necessita de uma revolução tão urgentemente quanto os Estados Unidos, um país dominado por um punhado de oligarcas egoístas que têm mais rendimento e riqueza do que pode ser gasto durante toda uma vida.”
Para entendermos está questão é necessário que se faça uma analise conjectural ampliada, veja os únicos “inimigos” dos Norte-Americanos são aqueles criados por eles mesmos ao bombardearem, invadirem e colocarem presidentes fantoches que serviram/servirão aos interesses Norte-Americanos no exterior (vejam o Saddam enquanto servia tudo bem foi só desobedecer e foi parar na forca). Vocês já viram a china fazer exercícios navais na costa da Califórnia? No entanto os Americanos efetuam os seus tais exercícios de guerra nas costas do mar da China. Vocês vêem a Rússia colocando os seu exercito para patrulhar as fronteiras Européias? Os Americanos têm mísseis armados nas fronteiras da Rússia. Os americanos criam quantos inimigos forem possíveis ao redor do globo com um único interesse alimentar o complexo militar à custa do seu próprio povo.  
 Uma quantidade enorme de mitos são criados para hipnotizar a população que se fada as verdades criadas pela TV, pelos donos do capital comercial e pelas propagandas nos intervalos dos jogos. É assim que, por exemplo, justificavam-se as invasões de países estrangeiros, os bombardeios e a intromissão em assuntos internos, antes a “conspiração comunista internacional” e agora o risco de assassinos invadirem os aviões, estações de trem, centros comerciais, etc. os “terroristas muçulmanos” não teriam piedade se não fosse o heroísmo americano a defender o mundo e ainda tem os “extremistas internos” que nada mais são do que manifestantes contra a guerra e ambientalistas, para o governo pessoas prontas para tentar derrubar o estado se assim permitir (quem não assistiu eu recomendo que assista o filme A Batalha de Seattle). Os inimigos, o terror e as “ameaças” que os EUA enfrentam são criados por eles mesmos.
 Feitas as primeiras considerações vamos ao encontro dos fatos; o orçamento sugerido por Obama para até 2012 solicita 553 bilhões de dólares para gastos militares, isto sem contar os gastos na manutenção das guerras, um aumento proporcional de 22 bilhões de dólares e o mesmo orçamento sem vergonha prevê um corte de quase a metade de um projeto de assistência energética para lares de baixa renda. O financiamento atual é de 5 bilhões e o governo quer que seja de apenas 2,57 bi, a proposta além de descabida é injustificável já que este gasto não representa nem 1%  do orçamento anual de 3,7 trilhões e ainda trata-se de um projeto que ajuda a aquecer as casas das famílias pobres no inverno americano, por tanto, considerado de vida ou morte. O programa Pell Grants que permite a americanos pobres obterem educação, ou água limpa ta,bem sofrerá cortes, além é claro, do programa Medicaid que tem um corte orçamentário estimado em 7.700 milhões de dólares e muitos outros programas terão um corte orçamentário proprorcional.
 A tal “operação de contingência” que nada mais é a autorização orçamentária dada as guerras do Iraque, Afeganistão e Paquistão uma soma de 118 bilhões de dólares e somando com o programa nacional de inteligência chegamos a mais 55 bi, ou seja, se fizermos as contas chegaremos aos absurdos três quartos de trilhão gastos apenas na manutenção dessas guerras insanas. 
Esses gastos exorbitantes de guerra geram um problema grande a economia já estacionada da America. Faço aqui minhas as palavras de um economista que afirma:
 “Esse déficit orçamental crescente da reserva federal deve ser financiado imprimindo dinheiro novo, dinheiro que mais cedo ou mais tarde destruirá o poder de compra do dólar e o seu papel como divisa de reserva mundial. Quando o dólar se for, o poder americano também irá.”
As oligarquias locais, e por aqui há gente que acredite que lá não exista isso, de lá só pensam em uma única coisa, como salvar o seu poder? A resposta a esta pergunta sempre foi dado da mesma forma por todos os governos que passaram pelo poder maior (a casa branca) o povo deve pagar esta conta e Obama não foge a regra.
Para finalizar tem duas coisas que preciso esclarecer, tudo e absolutamente tudo é garantido graças a um modelo de conservação da estrutura vigente se utilizando de uma espécie de lavagem cerebral a qual o povo é submetido para acreditar em realidades previamente criadas e que contando com instrumentos de veiculação direta (a mídia escrita, os jornais, a Televisão e etc) e veículos de divulgação indireta, a mídia alternativa que entrou neste campo de disputa ideológica deste a eleição de Obama (blog’s, sites alternativos, facebook, twitter, etc). dois mitos devem receber especial atenção, o primeiro é o mito da perturbação econômica causada pelos pobres que são preguiçosos e não querem trabalhar e por este motivo a taxa de desemprego continua alta, os pobres não querem trabalhar  querendo se escorar no estado previdência. Outro mito que reforça o estado previdência é que os estudantes recém formados nas universidades não querem os empregos oferecidos porque são de famílias de classe media e por isso preferem o conforto do lar ao ter que assumir um cargo que não seja uma chefia direta.
Os americanos realmente acreditam que os mitos acima relacionados são os causadores das mazelas econômicas são causadas por pobres “preguiçosos” e por todos os que estão afastados do trabalho. Não enxergam que a carga de gastos com a guerra, os lucros do complexo militar e os governos “alidos” são a principal causa dos desacertos orçamentários. 

Para finalizar fico com a frase do discurso de Eisennhower na Sociedade Estadunidense de Direitos de Jornais pronunciado em abril de 1953: - “cada arma que fabrica, cada barco de guerra que se lança na água, cada foguete que se dispara significa em ultima instância um roubo aqueles que padecem de fome e não têm alimento, aqueles que têm frio e não tem abrigo”.

2 Comentários:

Preste atenção! disse...

Bom Dia,e Parabéns !!
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Tiago Sousa disse...

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