A Guerra Na Líbia

terça-feira, 7 de junho de 2011.
As principais perguntas feitas pelos que não concordam com a invasão alheia de um país e de quem foi contra a invasão militar da Líbia e, também, os analistas de conflito são:
1-    Por que o ditador que está a anos no poder só veio “incomodar” a opnião publica internacional agora?

2-    Por que os meios de comunicação mundial e demais governos no mundo se incomodaram com Kadafi justo no momento em que ele havia proposto e estava tocando um projeto de ordem econômica e militar regional que iria fortalecer os laços militares e substituir as moedas nacionais por uma única moeda regional que segundo os analistas em muito pouco tempo seria capaz de fazer frente ao dólar?

3-    Em sendo as repressões contra a oposição na Libia sazonal, por que somente agora o desejo de protejelos?

4-    Apesar de a constituição Americana somente permitir um ataque sem perigo iminente a nação se caso aprovado pelo congresso, o que levaria a um ataque nessas proporções?

Vou ficar com essas quatro questões porque considero serem as mais importantes apesar de ainda haverem muitas outras questões sem resposta.
            Um ato de Guerra é aprovado por um presidente estanto no exterior desrespeitando a constituição Americana e acordos bilaterais, Obama em um só ato desmoralizou o congresso americano e ainda desrespeitou o seu vice-presidente que estando ele (Obama) no exterior era quem deveria ter convocado o congresso para debater o assunto.
A falta de legalidade da ação foi tamanha que o deputado por Ohio Kucinich questionou a autoridade de Obama para ordenar os ataques a Líbia e ainda cita a constituição dos E.U.A para reafirmar que apenas o congresso poderia ter autorizado bombardeios o congressista ainda afirmou que Obama deveria ser submetido a um impeachment pela atitude. Kucinich recebeu de imediato apoio de seus amigos parlamentares os deputados Jerrold Nadler (D-NY), Donna Edwards (D-MD), Mike Capuano (D-MA), Dennis Kucinich (D-NY), Maxine Waters (D-CA), Rob Andrews (D-NJ), Sheila Jackson Lee (D-TX), Barbara Lee (D-CA) e Eleanor Holmes Norton (D-DC), que se uniram para questionar a ação militar.

Ainda tem o plano que foi revelado meses depois da invasão da Líbia. Kadafi planejava uma ação conjunta com outros países para criar uma moeda regional e um acordo militar que iria dar ao mesmo tempo poder econômico e bélico a nações inimigas dos EUA e é claro isso não agradou nem um pouco a WASHINGTON que aproveitou a onda popular contra as ditaduras de anos que estavam/estam nos países do horiente próximo para ordenar o ataque militar.
Cria indireta dos Norte-Americanos que igualmente os romanos “elegeram” os seus ditadores em um momento de crise com a formação do estado de Israel e o qual entrou em choque direto com a Libia, Egito, etc. justo os ditadores que causaram mais “cede” aos norte-americanos. Está “cede” que após as ondas populares do Egito o Governo de Obama chegou a afirmar que caso necessário interviria militarmente para manter os seus interesses na região.
A violência expressa no Horiente próximo é tão antiga quanto o tempo de permanência destes ditadores no poder, mas nós aqui na America latina e os europeus não sabiam via impreensa de nada disso porque não havia aí interesse nenhum de que isso fosse a publico até é claro os interesses políticos serem colocados em cheque o que fez com que uma onda internacional fosse macificando os ataques contra civs que repito não começaram a acontecer hoje nem ontem.

E para terminar este post fico com a opnião do ex-candidato a presidente dos Estados Unidos Ralph Nader: - "Por que não dizemos o que está na mente de muitos advogados e juristas, que a administração Obama está cometendo crimes de guerra e, se George W. Bush deveria ser submetido a um julgamento político, Obama também?".

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