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quarta-feira, 15 de junho de 2011.
A BOLSA DE “DESISTÊNCIA ESTUDANTIL” DA UEPA
Não bastasse o equivoco, por parte da Administração Superior, de oferecer bolsas de Assistência Estudantil como se fossem de pesquisa, posto que é cobrado dos bolsistas produção e freqüência, querem agora deixá-los a mercê da boa vontade da PROEX... Ora, já faz dois meses que os bolsistas assumiram o compromisso de mensalmente comprovar através da apresentação de freqüência a participação nos grupos de pesquisa, o que está sendo feito. Para não fugir à tradição dos últimos dois anos, a PRÓ-REITORIA faltou com sua parte no trato, que era paga-los. Sabemos que dirão estar incentivando a pesquisa, porém, a quem isso vai convencer depois da Normativa 04/2011? Tememos pelos grupos de pesquisa que correm o risco de terem suas atividades desenvolvidas apenas por alunos, enquanto seus professores permanecem presos em sala de aula, por conta do autoritarismo da “DEUSA SOL”, assim chamada por outro membro da resistência. PORTANTO, NÃO NOS VENHAM COM A FALÁCIA DE INCENTIVO À PESQUISA.
Vale lembrar que um dos processos de seleção para a bolsa foi uma visita às residências dos candidatos, uma experiência no mínimo constrangedora que todos aceitaram em nome da seriedade do processo, mas que agora perde o sentido diante da demora e da má vontade por parte da PROEX. Para que valeu todo esse processo? Por que houve tanto interesse em saber da situação socioeconômica dos estudantes envolvidos, se isso não os sensibilizou? Vale ressaltar que alguns grupos de pesquisa mantém atividades fora dos muros da UEPA, o que soma novos gastos àqueles que, evidentemente, já eram difíceis de manter. ENTÃO GÊNIOS DA PROEX?! PARA QUE ESTÁ SERVINDO O TERMO DE COMPROMISSO ASSINADO PELOS BOLSISTAS?
As contradições estão longe de encerrar-se por ai... Enquanto assistimos os jornais paraenses estamparem manchetes e mais manchetes sobre o escândalo da ALEPA, de tantos funcionários fantasmas, na PROEX bolsistas realizam trabalhos burocráticos enquanto estagiários vêem seus contratos acabarem e recebem de imediato dispensa. Diante disso perguntamos: POR QUE ISSO BRASIL? MAKTUB... No termo de compromisso redigido pelas mãos de alguém da Pró-Reitoria de Extensão, fica claro que os bolsistas não têm qualquer vínculo empregatício com a instituição UEPA, portanto, cuidado com as leis trabalhistas! NÃO É NOVIDADE QUE O PARÁ É CAMPEÃO DE TRABALHO ESCRAVO, TODAVIA, A OCORRÊNCIA DESSA PRÁTICA, DENTRO DOS MUROS DA UNIVERSIDADE, NOS SURPREENDE.
Esclarecemos que este texto é apenas de caráter informativo, para que todos saibam do que ocorre na UEPA. Enquanto o Diretório Central dos Estudantes marcha rumo a ALEPA, talvez contagiados pelo forte apelo midiático, ou visando interesses futuros, na ausência de profetas, modestamente compartilhamos com a comunidade as angustias de todos os bolsistas.
Fica como sugestão à PROEX o exemplo que encontramos dentro da própria UEPA, ocorrido com as bolsas de monitoria, quando se reconheceu a responsabilidade na falha da instituição e pagaram-se as bolsas mesmo sem freqüência, ao contrário do que está sendo feito com os bolsistas de assistência estudantil, que estão sendo responsabilizados pela ineficiência da gestão da PROEX e até agora não conseguiram definir o número de bolsistas.
Temos dito,
CAPE – CALEM – CAMAT – CAMUSI – CACIR – CASEC – CATO – CACEF – D.A. CASTANHAL D.A. VIGIA – D.A. IGARAPÉ AÇÚ – D.A. PARAGOMINAS – ESTUDANTES DE BARCARENA

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