Nós temos que pensar muito no plebiscito sobre a divisão.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011.
A questão não é só pensar como vai ficar a divisão do Produto Interno Bruto - PIB, nós temos que pensar no futuro. Grande parte das riquezas mineral, florestal e agropecuária, não ficará com Pará remanescente, e quase 60% da população do Pará atual ficará no estado diminuído.

É como se o futuro nos fosse retirado, ao Pará remanescente restará atividades de prestação de serviço, enquanto estes serviços estiverem concentrados no Pará remanescente, mas pensemos em 30 ou 40 anos, provavelmente seremos um Estado diminuto, pobre e com uma super população.

Que tipo de proposta de desenvolvimento restaria para nós. Nem a hidrelétrica de Tucuruí, na proposta dos separatistas ficaria no Pará que sobrar. É necessário repensarmos os projetos de desenvolvimento da Amazônia e a presença da União em nosso Estado, oito anos de governo Lula e, pelo andar da carruagem, quatro anos de Dilma não se pensa na mudança da Lei Kandir, que penaliza os Estados exportadores.  Temos o debate de Belo Monte, onde novamente o Estado ficou esquecido, temos a proposta de mais 14 hidrelétricas na região Xingu, e o domínio da União de terras no Pará chega a 80%. O Pará atual se torna cada vez mais exportador de energia para o Brasil e não ficamos com o ICMS desta energia, É necessária uma frente parlamentar coesa em defesa daquilo que interessa para Amazônia, nossa bancada tem que ter uma proposta mínima para defesa do Estado, será que os partidos só se unificam pela  defesa da Pró divisão?

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