O Hospital Tem Solução?

quarta-feira, 16 de novembro de 2011.
Antes de abordar a temática gostaria de fazer uma observação, talvez sem importância, é o seguinte quando fiquei internado uma das coisas que pude observar sobre o arrendamento do hospital para um empresário da cidade é que agora a comida vem com um fruto da parceria, um exemplo é o almoço que antes era só soja, arroz e feijão e agora vem com uns pedaços de frango.
Bem... Agora falando da temática desde que o dono do Hospital Santa Izabel perdeu as eleições para o sinistro prefeito TUCANO Antônio Simão o atendimento no hospital ficou capenga e o principal motivo segundo o próprio dono é que os recursos que o hospital recebe do SUS seriam insuficientes para dar um atendimento de qualidade à população, pois bem... Soma-se a isso o período sombrio que um médico que passou pelo município e arrendou o hospital para assim disputar as eleições municipais com chances de ganhar e, no entanto, quebrou a cara feio ficou em ultimo lugar nas eleições saiu do hospital deixando as contas por lá uma coisa de outro mundo. E agora como todos sabem o hospital foi novamente arrendado para um empresário local cujo baluarte de sua empresa será candidato a prefeito (parece que já vi essa história).
Vou agora me aventurar em uma área que não é a minha, mas que posso fazer uma analise valida, vamos lá... Há três possíveis soluções para que não se repita casos como os que relatei acima, descreverei abaixo:
Primeira, o arrendamento parcial do hospital. O governo municipal entraria com a metade das despejas e isso facilitaria para um melhor atendimento da população, porém não resolveria o problema em si e, além disso, faria o poder público apenas gastar e não permanecer com o hospital acho um desperdício de dinheiro.
Segunda, o arrendamento total. Com esta hipótese teríamos recursos sendo aplicados do próprio município e do SUS o que, é claro, daria um salto quântico no atendimento, no entanto, como no caso anterior com o fim do contrato de arrendamento o hospital volta as mãos do dono e o município perderia de certa forma o tempo de recursos gastos.
Terceira, a compra do hospital ou a construção de um hospital de urgência e emergência. Quanto a está possibilidade em minha opinião é a que, do ponto de vista da manutenção do espaço nas mãos do poder publico municipal, é a melhor, no entanto, temos que considerar muitas peculiaridades como orçamento para isso e a dinâmica de idas e vindas de verbas deste governo estadual para a saúde. Quanto a esta questão ainda teria uma possibilidade muito remota, pois mexe muito com os egos de prefeitos vizinhos que seria a possibilidade de união entre os prefeitos de municipais para construção de um hospital que atendesse os moradores de todos os municípios que fizerem parte da parceria.
É claro que esta é apenas a minha opinião do assunto e desejo apenas esclarecer que a situação é de possível solução o que não pode é a cada eleição passar como um bastão a administração para as mãos de um e de outro que só tem um objetivo retirar dali ganhos políticos eleitorais.


1 Comentário:

Mery disse...

Tô de acordo...*)
"... mas não tenho partido, tenho que esclarecer isso, porque às vezes as pessoas me seguem pelo partido, eu sou pelo Brasil*...só!¨

Faço meus protestos da maneira que sei fazer e coloco aquilo que penso ser o melhor para os brasileiros respeito "a democracia"; e não me ligo muito em ser uma "fanática por qualquer coisa;
o meu blog* é bem diversificado, tem de tudo...um pouco.
bjusss
tô seguindo você.

 
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