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quarta-feira, 23 de novembro de 2011.
Há alguns dias, Palden Choetso ateou fogo em si mesma e morreu. Desde o mês passado, nove monges e freiras budistas se auto-imolaram para protestar contra uma crescente repressão chinesa sobre o Tibet. Estes atos trágicos são um apelo desesperado por ajuda -- e podemos responder a seu chamado. A China restringe o acesso à região do Tibet, mas se conseguirmos persuadir seis governos que têm laços próximos com a China a enviarem diplomatas para essa área, vamos expor uma repressão esse ascendência, e salvar vidas. Assine a petição urgente agora! 
 
Há alguns dias, Palden Choetso saiu do convento, despejou gasolina sobre seu corpo e ateou fogo em si mesma enquanto pedia por um "Tibet livre". Ela morreu alguns minutos depois. Desde o mês passado, nove monges e freiras se auto-imolaram como protesto contra uma crescente repressão chinesa sobre o pacífico povo tibetano.

Estes atos trágicos são um apelo desesperado por ajuda. Com metralhadoras em punho, as forças de segurança chinesa estão espancando e sequestrando monges, cercando os monastérios, e até mesmo assassinando idosos que defendem os monges -- tudo isso em uma tentativa de suprimir os direitos tibetanos. A China restringe severamente o acesso à região. Mas se conseguirmos persuadir alguns governos a enviarem diplomatas e expor essa crescente brutalidade, poderemos salvar vidas.

Temos de agir rapidamente -- essa situação horrível está saindo do controle por trás de uma cortina de censura. Cada vez mais temos visto que quando os próprios diplomatas são testemunhas das atrocidades, eles são motivados a agir, e aumentam a pressão política. Vamos responder ao apelo trágico de Palden e criar uma petição massiva para que seis líderes mundiais, que têm maior influência sobre Pequim, enviem uma missão ao Tibet e se posicionem contra a repressão. Assine a petição urgente:

https://secure.avaaz.org/po/save_tibetan_lives/?vl

Os tibetanos estão sufocando com o estrangulamento feito pela China. Eles são impossibilitados de praticar sua religião livremente -- fazer o download de uma foto do Dalai Lama na Internet pode levar um tibetano à prisão. E a situação fica cada vez pior na medida em que as tropas chinesas estão bloqueando os maiores monastérios, sequestrando monges e levando-os para programas de "re-educação patriótica". Essa situação horrorosa está saindo do controle.

Desde o começo do ano, 11 monges e freiras atearam fogo em si mesmos e a cada protesto a China aumenta o controle. Para os tibetanos, as auto-imolações são um sacrifício bastante sério que revelam o seu nível de desespero. Eles acreditam que o suicídio têm um impacto devastador no ciclo das reencarnações e pode levar uma pessoa a regredir 500 vidas. Mas a situação do Tibet é tão horrível que os monges e freiras estão perdendo sua posição nesse ciclo em troca de esperança pela atenção internacional e liberdade para seus irmãos e irmãs.

O governo chinês não permitirá que jornalistas e ativistas de direitos humanos entrem na região -- há algunas dias, jornalistas da Sky news e AFP foram expulsos da área. No entanto, diplomatas podem requisitar acesso. E, como vimos recentemente na Síria, são eles a melhor forma de conseguirmos relatos em primeira mão, de mostrar a China que o mundo está observando e de começar conversas políticas de alto-nível sobre os direitos humanos dos tibetanos.

Cabe a nós ativar o alarme global sobre a questão. Se conseguirmos que os EUA, Reino Unido, Austrália, Índia, França e a União Europeia envie uma delegação agora, eles podem pressionar a China por ação

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