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O Menestrel

sexta-feira, 30 de setembro de 2011.

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se. E que companhia nem sempre significa segurança. Começa a aprender que beijos não são contratos e que presentes não são promessas.
Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
Aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.
E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la…
E que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos de mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam…
Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa… por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas para onde está indo… mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve.
Aprende que, ou você controla seus atos, ou eles o controlarão… e que ser flexível não significa ser fraco, ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem, pelo menos, dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se. Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens…
Poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém…
Algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar.
Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar… que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida! Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar.
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Pés na cozinha


Por Walter Hupsel
O ex-presidente Lula recebeu o titulo de Doutor Honoris Causa pelo Instituto de Ciência Política de Paris, a Sciences Po. Um titulo honorífico que é concedido por instituições de ensino respeitadas àqueles que, de certa maneira, fizeram algo que as instituições acreditem ser relevante.
E a Sciences Po julgou que Lula fez algo de relevante e mereceu o título.  Muita gente e instituições pelo mundo têm o mesmo julgamento. "O cara", como já foi chamado, foi homenageado em dezenas de lugares ao redor do mundo. Mas uma parte da imprensa brasileira não vê motivo. Eles enxergam vários  problemas do governo Lula e nenhum mérito (ok, para esta parte da imprensa o grande "plus" de Lula foi não ter feito nada exceto continuar as políticas do príncipe FHC).
Valorizar é, por definição, uma ação subjetiva e, como tal, pessoal e intransferível. Se ela, esta parte da imprensa, não vê valores positivos no governo Lula, mais do que normal. Entretanto, como bem retratou o jornal argentino Página 12, a imprensa daqui se portou como escravocrata.
As perguntas que  questionavam a escolha do ex-presidente do Brasil para o título de Honoris Causa foram, no mínimo, rudes. Como alguém que se orgulha da falta de educação formal pode ser Doutor Honoris Causa? Como pode laurear alguém que chamou Kaddafi de "irmão"?
Além de mostrar total desconhecimento da homenagem (Honoris Causa é honraria, oras, e não um título de mérito acadêmico), mostraram também ignorância sobre política. Afagos, fotos, sorrisos para a câmera e gentilezas, além é claro dos interesses, fazem parte da política interna e externa. Chamamos isso de realpolitik (procurem por fotos do mesmo Kaddafi com Clinton, Condoleeza Rice, Sarkozy e perceberão o tamanho da ignorância da pergunta)
Eu vou além. Não foram apenas ignorantes e rudes. Foram também um misto de arrogância e daquilo conhecido como "complexo de vira-lata". Uma repórter do Globo questionou do por quê escolherem Lula e não FHC. Se os dados econômicos e sociais não falassem por si, e se a pergunta não demonstrasse a escancarada preferência política da repórter, a indagação do jornal ansiava por um endosso da Sciences Po ao príncipe da sociologia e poliglota FHC, como se dissesse: este merece ser homenageado por vocês, ter seu trabalho reconhecido, um grande presidente, cultíssimo e que, como brasileiro, tem um pé na cozinha.
Questionava, portanto, aquilo que é subjetivo e, ao mesmo tempo, pediam um carimbo parisiense de "aprovado" ao ex-presidente-sociólogo, afinal o que é gringo é sempre melhor que o que é nacional, tupiniquim.
Um pé na cozinha não foi suficiente para a laurear FHC. Não foi a honraria concedida a Lula pelo seu governo que incomodou tanto, foram seus dois pés de Lula no cômodo dos fundos.
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Convite aos Blogueiros Izabelenses


Estamos convidando todos os blogueiros izabelenses para um bate papo este final de semana, mais precisamente no sábado a noite, a pauta do bate papo será: eleições 2012 e o papel da Blogosfera Izabelense no pleito que se aproxima, os interessados favor ligarem para 9964-7120, a idéia inicial é formular uma enquete para sentir como estão  os ânimos para a proxima eleição.
Aguardo a ligação de todos!


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ORFANDADE NA ALEPA

 Um município como o nosso, que conta com cerca de 60 mil habitantes, torna-se inadmissível não contar atualmente com um representante na Assembléia Legislativa do Estado. Podemos compará-lo assim com um náufrago a esperar que sempre apareça alguém a dar-lhe uma ajudazinha, salvando-o do desfecho final.
  Há cerca de 20 anos tivemos um pseudo-representante naquela Casa, que infelizmente só representou o retrocesso e o caos generalizado para esta terra, quando se valia do clientelismo e a inocência do nosso povo. É patente porém, que outros políticos tinham o interesse de ajudar o nosso município, mas eram desestimulados diante da prepotência com sabor de propriedade do citado "representante" e Sta. Izabel permanecia refém, estagnado, além de condenado ao esquecimento, junto à esfera Executiva.
  Nos anos 60, houve uma reação de alguns opositores, quando candidatou-se o professor Guilherme Mártires, que além de capacitado,morava no município e junto com sua esposa a professora Lucimar Mártires, executavam um trabalho brilhante na área educacional.Como conclusão,Guilherme fora simplesmente ignorado pelo povo, que preferiu seguir cegamente a doutrina do "vitismo" ou da recessão naquela época.
 Poucos se apercebem da lacuna desmedida que existe em nossa terra,no que se relaciona com a falta de um representante na Alepa, basta que se verifique as dificuldades por que passamos, lembrando que a nossa inclusão na Região Metropolitana de Belém, deveu-se a um deputado vizinho (de Castanhal),Márcio Miranda, que tomou para si o caso e nos favoreceu -sendo esta uma questão que se arrastava há anos e nenhum governo avaliava ou nos considerava aptos a pertencer a referida zona.É pena que os nossos representantes cá de casa,parecem que estão esperando que também lhes "ensinem a pescar", visto não termos tido avanços com relação a tal inclusão.
  Temos que repetir que um município com esse porte, não pode em hipótese nenhuma prescindir de uma cadeira no Parlamento Estadual, pelo fato de seus problemas cada vez mais se multiplicarem e sem um elemento de ligação que seja realmente de casa, que tenha capacidade de argumentar e lutar, coragem para reivindicar o que merecemos e necessitamos para chegar ao nosso desenvolvimento pleno,não chegaremos lá.
  É obvio que para isto, temos que fazer um pacto municipalista,apontando no máximo dois nomes para disputar o cargo,não abrindo para possíveis "paraquedistas" que por aqui apareçam, assim poderemos sonhar em ter um representante de fato.
  De outra forma, teremos mesmo é que nos contentar como "horta eleitoreira" ou ficarmos esperando como náufragos, que nos apareça algum "salvador".

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Kit Apagão


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Frases e Provérbios

“O peso da própria consciência é considerável.”
Cícero
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