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Sem Entender

quarta-feira, 30 de novembro de 2011.
É engraçado, sem significar que seja cômico pelo contrário, como ainda permaneça certa “confusão”, falta de entendimento, desconhecimento, etc... Sobre o que é e qual o papel que cabe a um blogueiro. Ouvi na noite de ontem da boca de uma pessoa que não lê os blogs da cidade porque acha uma porcaria e aí me veio de imediato à cabeça uma pergunta, que até fiz a ela, o que seria essa tal “porcaria”? A resposta não me pareceu justa, pois quem dá a resposta que não lê os blogs porque um blogueiro, segundo ela, não faz outra coisa a não ser merchan no seu blog certamente não conhece o que e qual o papel do blogueiro. Primeiro, havemos de considerar muitos fatos e muitas estórias para entender que “uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa”, quer ver?
Já fiz um post por aqui onde eu escrevinhava sobre as diferentes “linhas” que seguem os blogs, temos blogs que discutem política, sociedade, futebol, religião, profissão, carreira, negócios, poesia, literatura, etc... etc... etc... E ainda tem os que usam o blog apenas como diário particular e restringem a acessibilidade ao blog funcionando apenas através de convite do administrador, por isso os blogs são blogs porque são a pura opinião e essência do seu autor que vão parar em uma pagina na internet e de lá para o mundo. Depois, temos que considerar que em sendo a opinião do autor logo os blogs são diferentes porque não existe ser humano neste mundo que pense igual, podemos até concordar, vá lá, mas pensar igual isso não.
É preciso entender que a “missão” de cada blogueiro é diferenciada pelo conteúdo ao qual ele se predispõe a escrever, portanto me parece um tanto quando furada esta estória de que “não leio porque todos são assim e assado” somos iguais no propósito, mas diferente nos conteúdos abordados. Um blog que se digne a discutir sobre mercado, marketing, imóveis e etc não pode ser visto como “sem conteúdo” se ele não aponta questões políticas ou sociais é porque este não é o seu objetivo.
Outra coisa que me veio, é que todos nós temos opções e formações políticas diferentes e por isso as assertivas feitas sobre esta questão vão aportar exatamente aí, eu avalio e escrevo ‘sobre’ de acordo com o que eu carrego na “minha bagagem” de ser humano politicamente constituído que sou. Minha vida, minhas andanças, meus papos com outros blogueiros, minha vida social entre a família, os amigos e os conhecidos é um dos caminhos que irão me apontar para escrever deste ou daquele jeito.
Não tem como dizer que somos todos “uma porcaria” sem considerar isso tudo que detalhei acima, somos pessoas diferentes, com histórias de vida diferentes e que temos opiniões diferentes, portanto, seremos diferentes quando escrevemos e graças a Deus por isso, eu não agüentaria dois de mim de jeito nenhum.
Somos diferentes e viva a diferença!
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Modus Operandi

Nesta noite de terça-feira ocorreu um assalto a casa do Major do Corpo de Bombeiros Elias Rocha. Os ladrões todos armados entraram na casa do Major pelo muro de trás da casa e fizeram reféns todos que estavam na residência do Major, entre eles o próprio Major, a mulher e os filhos que foram colocados no banheiro da casa enquanto os meliantes colocavam as propriedades do Major para dentro de alguns veículos que ficaram próximo a residência dele. Terminado o “serviço” eles conseguiram fugir do local “de boa” levando os pertences da família Rocha.
Graças a Deus o Major Elias e a família estam todos bem, mas sem os bens que os pulhas carregaram (diz uma frase por aí que mais tem Deus pra dar do que o capiroto pra levar, então) e me contou o blogueiro Diego Sousa que se não fosse um amigo pará-lo no caminho ele teria chego na hora do assalto a casa do Major, ainda bem que o blogueiro não chegou porque vai saber o que iria acontecer se ele chega lá no momento do ocorrido.
Uma coisa que chama a atenção é o modus operandi que se repete e se repete, aqui no Bairro Triangulo este deve ser o oitavo, se não me engano, que acontece do mesmo jeito, aprisionam a família e quem mais estiver na casa dentro do banheiro enquanto os meliantes malocam o que vão carregar da casa, e o pior é que a investigação dos outros assaltos não foram dão bem, espero que desta vez e das próximas quem cometeu o crime seja apanhado e punido por tal.
Ao Major Elias e a sua Família paz e consigam com a ajuda e graça do bom jha recuperar as suas coisas.
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A boquinha tucana de João Faustino em São Paulo


Detido pela Operação Sinal Fechado, o ex-deputado e suplente de senador recebia, até o ano passado, remuneração mensal de duas estatais paulistas de transporte; tanto no governo de José Serra (à esq.) quanto no de Geraldo Alckmin (à dir.)

Detido por conta da investigação de um esquema de fraudes em licitações do Detran do Rio Grande do Norte, o suplemente de senador João Faustino (PSDB-RN) recebeu, até julho do ano passado, remuneração mensal da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) de São Paulo. O pagamento de jetons que variavam de R$ 3,5 mil a R$ 4,4 mil pelas estatais de São Paulo aproxima ainda mais o ex-deputado detido do ex-governador José Serra e do atual governador do estado, Geraldo Alckmin.
Enquanto Serra foi governador de São Paulo, Faustino despachava no Palácio dos Bandeirantes, como subchefe da Casa Civil. Naquela época, ele estava diretamente subordinado ao então chefe da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira, hoje senador pelo PSDB. Quando Serra se tornou presidenciável, João Faustino passou a coordenar as atividades da campanha – inclusive a arrecadação de recursos – fora de São Paulo. Mas não deixou de receber das estatais paulistas.
Hoje acusado de fazer lobby para um consórcio envolvido no esquema da inspeção veicular, Faustino era apenas um dos dez ex-parlamentares que as empresas do governo de São Paulo empregaram até o ano passado em seus conselhos de administração, entre eles a ex-vereadora e ex-subprefeita Soninha Francine (PPS). A lista incluía políticos de partidos como PSDB, PPS e DEM, de estados como Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Tocantins. Todos recebiam, por reunião mensal, entre R$ 3,5 mil e R$ 4,4 mil, o chamado jetom – como o regulamento permite até duas sessões remuneradas por mês, eles podiam acumular até R$ 8,8 mil em 30 dias.
A conexão Rio Grande do Norte–São Paulo foi reforçada ainda mais nesta segunda-feira, quando o procurador jurídico da prefeitura de São José do Rio Preto, Luiz Antonio Tavolaro, deixou o cargo sob a acusação de integrar a quadrilha que controlava o serviço de inspeção veicular no estado nordestino. Ex-diretor Jurídico da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A de São Paulo), Tavolaro foi um dos responsáveis pela licitação que contratou o consórcio Inspar para o serviço de inspeção veicular no Rio Grande do Norte.
Fonte: Do brasil 247
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OPORTUNIDADE: Ministério da Saúde lança contratação temporária para assistência à saúde indígena

O Ministério da Saúde lançou processo seletivo simplificado para contratação, por tempo determinado, de 318 profissionais para desempenhar atividades relacionadas à área de Assistência à Saúde para Comunidades Indígenas. Os salários vão de R$ 600 a R$ 7.000.

São 150 vagas para nível fundamental, 104 para nível médio e 64 para nível superior para atuação nas Equipes Multidisciplinares de Saúde Indígena (EMSI), no Núcleo de Apoio à Saúde Indígena (NASI) e na Casa de Saúde do Índio (CASAI) do Distrito Sanitário Especial Indígena do Amapá e Norte do Pará.

Os cargos de nível auxiliar são de agente indígena de saúde e agente indígena de saneamento. O salário é de R$ 600.

Os cargos de nível médio são de técnico em enfermagem, auxiliar de saúde bucal, técnico de laboratório, agente de combate a endemias e técnico de saneamento. O salário é de R$ 2.300.

Os cargos de nível superior são de médico, enfermeiro, cirurgião - dentista, assistente social, nutricionista, epidemiologista, farmacêutico/bioquímico, biólogo, antropólogo, pedagogo, psicólogo, terapeuta ocupacional/fisioterapeuta, arquiteto, engenheiro e geólogo. O salário é de R$ 7.000.

O prazo de duração dos contratos deverá ser até 30 de junho de 2012. O processo seletivo terá análise curricular de títulos e experiência profissional e entrevista, de 12 a 16 de dezembro.

Os currículos dos candidatos a cargos de nível médio e superior deverão ser enviados para o e-mail selecao.sesai@saude.gov.br contendo os dados pessoais e profissionais até 4 de dezembro, mencionando no assunto a área de atuação de interesse.

Os currículos dos candidatos às atividades de agente indígena de saúde e agente indígena de saneamento poderão ser ainda entregues até 5 de dezembro no endereço: Avenida Antônio Coelho de Carvalho, nº 2517 - Bairro Santa Rita - Macapá-AP - CEP: 68.900-001.
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Sistema Babilônico

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Frases e Provérbios

“Esta é só a terra do Faça-como-Queira. Anarquia significa “sem líderes”, não “sem ordem”. Com a anarquia vem uma idade de Ordung, de verdadeira ordem, ou seja, ordem voluntária. Esta idade de Ordung começará quando o louco e incoertente ciclo de Verwirrung que estes boletins revelam tenha terminado seu curso. Isso é caos.”
Alan Moore
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Fiscal

terça-feira, 29 de novembro de 2011.
Hoje as quatro horas da manhã peguei o busão rumo a Belém do Pará onde seria fiscal de prova da 2º Fase da Uepa, fiquei lotado no Campus de Ciências Sociais e Educação – CCSE, localizado no telegrafo. A prova na minha sala transcorreu normalmente, apenas três alunos me pareciam muito angustiados com a prova se eu não estivesse de olho pelo menos dois alunos teriam trocado “figurinhas”, mas o blogueiro já é veterano em concursos com esse já me vão oito concursos como fiscal de sala e dois como volante. Uma dos candidatos que me chamaram a atenção foi uma garota que deixou o lápis cair no chão e desabou a chorar, eu fui até lá peguei o lápis e ela parece ter se acalmado.
Uma coisa que percebi em muitos concursos que já participei hora como fiscal hora como candidato é que temos algumas espécies de candidato, por exemplo, temos o candidato “tudo ou nada” que sempre entrega a prova com pouco mais de uma hora e meia de inicio de prova, ou seja, ou ele sabe “tudo” ou não sabe “nada”.
Uma outra candidata me chamou a atenção, pois ela fazia as questões e transcrevia para o cartão resposta com a maior convicção que já vi em um candidato, fiquei curioso para olhar a prova da candidata, mas não podia e fiquei só na vontade, sei que com uma hora e meia de prova cravada as 9:00h ela entregou a prova, será que ela é um candidato “tudo ou nada”? Se não for ao menos sabemos que ela tem habilidade para jogar pôquer, pois blefa que é uma beleza.
 Boa sorte a todos que fizeram a 2º Etapa da Uepa e aos que ainda farão a 3º Etapa uma futura boa prova!  
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Assassino Cruel

Pai é acusado de matar filho em máquina de lavar na França

Um homem é acusado de colocar o seu filho, de apenas 3 anos, dentro da máquina de lavar e acionar um programa de lavagem na cidade de Germigny-l’Evêque, na França. Investigação policial aponta que a atitude foi motivada pelo mal comportamento de Bastien na creche. O menino não sobreviveu.

Christophe Champenois, 33 anos, foi preso no domingo (27) por suspeita de homicídio juntamente com sua esposa, acusada de não ajudar o filho. O casal está em prisão preventiva, sem direito a fiança.

Uma vizinha contou que viu o corpo de Bastien quando a mãe dele da criança foi ao seu apartamento pedindo ajuda. "Eu segurei o menino nos meus braços, ele estava congelado, completamente nu. Ele estava todo branco, limpo, praticamente como um boneco."

O pai do menino nega as acusações e afirma que Bastien morreu após cair da escada.

Cinegrafista filma a casa da família onde um homem teria matado o filho (Foto: AFP)
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Folha: blogosfera deu “olé” na mídia


Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:


Em seu “Memórias do Cárcere”, Graciliano Ramos, falando sobre a censura no Estado Novo, diz que o sumiço da literatura não se devia apenas à censura.

“Liberdade completa, ninguém desfruta: começamos oprimidos pela sintaxe e acabamos às voltas com a Delegacia de Ordem Política e Social, mas, nos estreitos limites a que nos coagem a gramática e a lei, ainda nos podemos mexer”

E conclui: “Não caluniemos o nosso pequenino facismo tupinambá: se o fizermos, perderemos qualquer vestígio de autoridade e, quando formos verazes, ninguém nos dará crédito. De fato ele não nos impediu escrever. Apenas nos suprimiu o desejo de entregar-nos a esse exercício”

Penso que o comportamento da mídia, neste caso da Chevron, lembra muito esta situação. A postura servil e idólatra da imprensa, que atribui perfeição divina às grandes empresas internacionais e crê que as estatais brasileiras são apenas um amontoado de arranjos políticos não está apenas entre seus donos, mas espalhou-se por muitos de seus profissionais, sobretudo entre os ditos “investigativos” que, neste caso da Chevron, ficaram inertes e passivos diante do acidente.

Aliás, diga-se, continuam passivos, pois não se vê sequer uma tentativa de aprofundar a apuração do que aconteceu e uma aceitação preguiçosa dos “desvios” que se tenta fazer sobre a possíveis – e, certamente, existentes - falhas nos sistemas de reação aos acidentes na exploração marítima, em lugar de verificar porque o poço vazou.

Esse é assunto para o próximo post. Mas fica que descobrir e reconhecer o erro, em qualquer atividade, é uma atitude essencial de honestidade a que profissional algum pode se furtar.

Da mesma forma, não pode, independente das divergências políticas, deixar de reconhecer a autocrítica quando ela é feita sem subterfúgios ou falsas razões.

Por isso, depois deste enfadonho preâmbulo a que submeti você, leitor/leitora, transcrevo o artigo da ombusman da Folha, Suzana Singer, de onde retirei o título do post. Como ele está restrito aos assinantes do jornal, optei por reproduzi-lo aqui, mesmo correndo o risco de cair na máxima do D. Quixote, que, com propriedade, de diz que louvor em boca própria é vitupério.

Quando se reconhece o erro – e quando, sobretudo, corrige-se a atitude incorreta – isso deve ser registrado. Nós, que criticamos o comportamento da grande mídia, não devemos, como é frequente que ela o faça, caluniá-la. Se o fizermos, como escreveu Graciliano, perderemos qualquer vestígio de autoridade e, quando formos verazes, ninguém nos dará crédito.

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A grande imprensa foi passiva e demorou a perceber a gravidade do vazamento da Chevron

Suzana Singer

O óleo subiu… e a gente não viu

Na cobertura do acidente ecológico na bacia de Campos (RJ), a mídia tradicional tomou um olé da blogosfera. A chamada “grande imprensa” demorou a entender a gravidade do que estava acontecendo, reproduziu passivamente a versão oficial e não fez apuração própria.

O vazamento ocorreu na segunda-feira, dia 7 de novembro, quando a pressão do óleo provocou uma ruptura do revestimento do poço. O líquido começou a subir pela coluna de perfuração e vazou também pelas fissuras do solo marinho.

A mancha de óleo foi vista no dia seguinte por petroleiros. Acionada, a norte-americana Chevron informou as autoridades, na quarta-feira, de que o vazamento acontecia em uma de suas plataformas.

No dia seguinte, agências de notícias divulgavam o incidente, com a porta-voz da Chevron falando em “fenômeno natural” e calculando um escape pequeno de óleo.

Só “O Globo” deu destaque ao assunto, mas em um texto tão editorializado que perdia o foco do acidente. O que acontecia no campo do Frade era só mais uma prova da “necessidade de Estados produtores de petróleo terem uma fatia maior dos royalties”. A Folha limitou-se a dar uma pequena nota.

Veio o fim de semana, quando a inércia toma conta das Redações. “Mercado” publicou no sábado, dia 12, uma capa sobre a queda do lucro da Petrobras e, no domingo, um imenso infográfico mostrando como funcionam as sondas de perfuração, sem fazer ligação com a Chevron. Sobre o acidente, só uma nota registrava que o vazamento aumentara.

Enquanto isso, uma luz amarela tinha acendido na blogosfera. O assunto circulava nas redes sociais. No dia 10, o geólogo norte-americano John Amos, 48, da SkyTruth, uma ONG ambientalista que trabalha com fotos aéreas, divulgou em seu site, no Twitter e no Facebook, as primeiras imagens da mancha.

O jornalista Fernando Brito, do blog “Tijolaço.com”, já dizia que a “história estava mal contadíssima”, porque “não é provável que falhas geológicas capazes de provocar um derramamento no mar deixem de ser percebidas nos estudos sísmicos que precedem a perfuração”.

No dia 15, a SkyTruth volta à ação e publica mais duas fotos mostrando que a mancha tinha crescido. “É dez vezes maior do que a estimativa da Chevron”, aposta Amos.

Instigados pelos blogs, leitores começam a cobrar: “A senhora acredita que a cobertura está correta?”, “E se fosse a Petrobras?”.

Só com a entrada da Polícia Federal no caso, a Folha e seus concorrentes começaram a se mexer de fato. O conselho jornalístico “follow the money” virou no Brasil, por preguiça, “follow the police”.

No dia 17, com o inquérito policial aberto, o assunto finalmente foi capa de “Mercado” e ganhou um tom cético -pela primeira vez se aponta possível negligência da empresa. De lá para cá, toda a imprensa subiu o tom e, numa tentativa de compensar o cochilo inicial, vem cobrando duramente a Chevron, que admitiu “erros de cálculo”.

Não é mesmo fácil saber o que acontece em alto-mar, mas, um ano e meio depois da grande tragédia ambiental do golfo do México, é indesculpável engolir releases divulgados por petrolíferas.

Além de recorrer a ONGs e especialistas, os repórteres poderiam ter procurado os petroleiros. O sindicato tinha divulgado uma nota no dia 10. “Os jornais brasileiros foram decepcionantes”, diz C.W., funcionário da Petrobras que sentiu o cheiro do vapor de óleo cru, mesmo estando a cerca de 15 km do local.

Para evitar que seu nome aparecesse, ele pediu à namorada que avisasse a mídia. Ela escreveu para a Folha e para o “Estado” no dia 11:

“Boa noite, Ainda está vazando óleo na bacia de Campos, o vazamento já percorreu quilômetros. É necessário averiguar, pois noticiaram o ocorrido, mas não deram a devida atenção.”

O caso Chevron mostra que faltam jornalistas especializados em cobrir petróleo, o que é grave num país que tem uma estatal do tamanho da Petrobras e que pretende ser uma potência da área com a exploração do pré-sal.

John Amos, da SkyTruth em West Virginia, deixa um alerta: “Se todos esquecerem rapidamente o acidente, porque o vazamento não foi tão grande quanto o do México, aí sim será uma tragédia. Essa é uma oportunidade de questionar a gestão da exploração em águas profundas, em territórios arriscados. Porque haverá um novo acidente. E vocês devem estar preparados para isso”.
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