Nota de solidariedade ao “divino” pastor (Ou: “A empregada parlamentar”)

domingo, 19 de fevereiro de 2012.


O vídeoblog Wolgrand fala não podia ficar silente ante a incomensurável injustiça praticada contra o “divino” Deputado Estadual Pastor Divino (PRB). Este homem de Deus foi injustamente acusado pelo Promotor de Justiça Arnaldo Azevedo de ter nomeado a sua EMPREGADA DOMÉSTICA, Srª Carmem Lúcia Lobo, como SECRETÁRIA PARLAMENTAR da Assembléia Legislativa do Estado do Pará.
Essa obtusa acusação contra um ser excepcionalmente inteligente como o divino Pastor é absolutamente impensável. Não há compatibilidade gramatical e lógica nas palavras do inepto promotor, pois atentam flagrantemente contra o sagrado PRINCÍPIO DA NÃO CONTRADIÇÃO, que diz que uma coisa não pode ser e não ser ao mesmo tempo e sob as mesmas condições.

Ora, não se pode dizer, em hipótese alguma, que alguém que foi nomeada SECRETÁRIA PARLAMENTAR seja EMPREGADA DOMÉSTICA. O ilustre promotor devia saber que alguém é o que é, jamais o que era ou o que será. O ser somente faz sentido no tempo presente, nos demais ele é o “não ser”. Logo, por mais que Carmem, um dia, tenha exercido a função de empregada doméstica, no momento em que foi nomeada para o cargo na Assembléia Legislativa do Pará, deixou de ser o que era e passou a ser secretária parlamentar.

Arnaldo Azevedo não considerou que Divino é um “homem de Deus”, e como tal deve priorizar, segundo os cânones da santa igreja, os fracos e oprimidos. Nesse contexto, é do mais elevado valor cristão promover Carmem de DOMÉSTICA à parlamentar. “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (MT 5:3).

Se Carmem não “batia o ponto” na Assembléia Legislativa, no setor de pessoal, como afirmou Azevedo, não fazia a menor diferença, visto que Divino assegurou, para todo o seu rebanho, que ela batia pessoalmente para ele em sua casa, onde mantém um escritório parlamentar. Azevedo não podia duvidar de um ser “temente a Deus” e devia saber que nem todas as pessoas que trabalham em casa são empregadas domésticas; como nem todos que comem em casa, comem a patroa. Não há o menor nexo de “CASAlidade” entre esses fenômenos.

Diante desse inconteste e herético ato de injúria celestial, este vídeoblog espera que o promotor Arnaldo, verdadeiramente, se arrependa e peça desculpa a DIVINO, CARMEM e DEUS, para que a sua alma não vá arder no fogo do inferno, e, mais uma vez, o Diabo prepondere, açambarcando mais uma ovelha para o seu rebanho.

Que Deus nos proteja!

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