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Que Cidade é Essa

quinta-feira, 31 de maio de 2012.
Por Bruna Sousa

Santa Izabel do Pará
Antes de você responder a está pergunta um tanto enigmática, vamos fazer uma reflexão sobre a frase original, formulei o questionamento acima ouvindo a música ''Que País é esse?'', de autoria do grande Renato Russo. Ele a compôs em observação a corrupção dos dirigentes do pais e a crença em dias melhores, do povo brasileiro,é uma critica ácida ao comportamento politico e infelizmente  mesmo depois de 20 anos a letra continua atual.
No último domingo ouvi de uma moça até então desconhecida pra mim, algo que me chamou a atenção:'' eu quero me mobilizar e fazer outras pessoas se mobilizarem, se preciso for ir as ruas e gritar pra ser ouvida que assim seja.'', isso foi dito por Aline Reis, uma izabelense que não perdeu a capacidade fantástica de se indignar.
É de pasmar qualquer individuo que tenha o minimo de censo critico as coisas que temos visto e ouvido na política izabelense, a última, que seria hilário se não fosse trágico foi a seguinte:''Nem sempre é corrupção, em geral nessas prestações de contas ocorrem falhas técnicas, entre outras situações que podem ocorrer.'' Ora se verbas, que beneficiam todo um coletivo, deixam de ser repassadas ao poder público municipal por falha técnica, é no minimo inadmissível tal fato e menos ainda tal explicação.Acrescentaria assim, a fala da Aline, que precisamos mais que nunca, alem de se mobilizar, questionar e se indignar, é um direito e dever nosso quanto cidadão.
Estamos as portas de um processo eleitoral que será construído e consolidado com seu precioso voto, os nomes são muitos, mas qual deles tem a melhor proposta? Quer dizer, quem realmente conhece a realidade difícil dos menos favorecidos, e se interessa de fato por todas as problemáticas desse município?  Você ai, do outro lado da tela, que é jovem quantas vezes alguém procurou saber o que você pensa e quais as suas necessidades? E pergunto mais, do inicio de 2012 ( ano eleitoral) pra cá quantas vezes você já ouviu um papo meio assim:'' estamos pensando politicas públicas para a juventude, em como ajudar os mais jovens'', quer dizer que agora existimos?
Estamos em um momento impar´da história recente desse pais, fazer valer algo que custou a luta de muitos antes nós, a democracia, que nos oportuna escolher, mas pra isso boa memoria e ter aquela crença de dias melhores que falei no inicio, é fundamental.
Pra  finalizar, gostaria dizer como eu responderia a pergunta feita no título: Que cidade é essa, que não tem o patrimônio cultural respeitado, que nepotismo é legal, que falha técnica é normal?
É a p... de Santa Izabel.
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Voltaremos Com o Quadro de Indicação de Leituras e Blogs

quarta-feira, 30 de maio de 2012.
Como primeira postagem sobre a nova série de indicações de leitura, convido todos a acessar o blog da minha amiga, cunhada e também blogueira Bruna Sousa que tem um blog onde ela fala da correria da vida, dos filhos, sexo, religião, política e tudo mais que vem em sua iluminada cabecinha.
Importante frisar que o blog da Bruna assim como os demais blogs que indico aqui e são administrados por religiosos tratam de temas que tem impacto social, logo, são temas importantes para nossa reflexão e todos eles são analisados de diferentes pontos de vista e de abordagem, portanto, indico mesmo para leitura.
Uia! Ia esquecendo o blog é Dias Quentes e como já disse é administrado por Bruna Sousa. Vai lá leia um pouquinho e reflita sobre estes nossos dias quentes!
Para acessar o Blog Dias Quentes é só clicar aqui:
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Lutando Contra O Inimigo Oculto

terça-feira, 29 de maio de 2012.
Alguns meses atrás me mostraram um vídeo amador que mostrava duas mulheres, primeiro discutindo e depois se “estapiando” com a ajuda de uma torcida ávida por sangue que vibrava a cada murro e empurrão que viam. O mais bizarro da gravação é perceber o motivo pelo qual as duas começaram a brigar, por uma rua cheia de buracos e muita lama.
Uma coisa que logo refleti quando me mostraram o vídeo foi à discordância das pessoas quanto ao local onde o vídeo foi gravado, mas creio eu que pouco importa onde o vídeo foi gravado porque a atitude que apresenta este vídeo é que é o importante. As pessoas estão envoltas em uma redoma de ilusões que já não conseguem se quer definir quem é o responsável por tudo isso.  
Esta reflexão sobre os responsáveis pela degradação do bairro deveria levar aos irresponsáveis, mas a situação é complexa demais. Vejamos:
1 - De quatro em quatro anos temos eleições para vereadores e prefeitos em todo o país que de certa forma serão os que estariam mais próximos a população e seriam os responsáveis pelo “bem estar da cidade”, no entanto, um sistema perverso tem feito com que políticos inescrupulosos ascendam ao poder e utilizem a maquina do estado para proveito pessoal, proveito familiar, proveito partidário, proveito sectário para deixar felizes os amigos de coligação e por ultimo com as migalhas que caem da mesa do patrão fica o povo
2 – Considerando que esta gravação foi feita aqui no Pará onde apenas 16 dos 114 municípios estão aptos a receberem recursos do governo federal, os demais tiveram a possibilidade de convênios cancelados devido falta ou mesmo irregularidades em prestação de contas.
3 – Uma das possibilidades é que este vídeo tenha sido gravado em Santa Izabel, coisa que eu duvido, mas se foi gravado aqui justo em um dos municípios que teve convênios suspensos e deixou de receber recursos devido a falta de prestação de contas, onde projetos de infra-estruturas e saneamento ficaram perdidos por uma má gestão de recursos públicos.
4 – Este será o ultimo ponto senão não irei parar de escrever sobre, pois conteúdo para isso não faltaria. Uma pesquisa realizada pelo sistema Firjan que apurou a capacidade na gestão fiscal dos municípios Brasileiros apontou um índice critico de gestão em 65% das prefeituras e pior apenas 2% delas foram consideradas como excelência em gestão fiscal.
Esses quatro pontos servem para provar duas coisas e uma delas é que ao contrário do que afirmam os senhores prefeitos não estão servindo a população e sim servindo-se dela. Outro ponto é que nós que já passamos por diferentes períodos de nossa história conturbada em busca “de liberdade e gestões que partissem do povo”, na época da ditadura militar o povo sabia quem deveria derrubar para conseguir este feito, na época do gatuno Collor todos sabiam quem devia cair e agora? Entramos em um redemoinho? Qual “inimigo” devemos derrotar?

“Será que vivemos nós os proletários, será que vivemos? Será que os fracos remédios que tomamos não seria a doença que nos corrói?”
 Guy Debord
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É A Minha Vida

sábado, 26 de maio de 2012.
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Prefeitura não presta contas e Santa Izabel perde recursos do Governo Federal!

sexta-feira, 25 de maio de 2012.
Por Diego Sousa
OBS: Se clicar na imagem ela o levará ao link de onde foi retirada
Contra fatos não há argumentos, em O Liberal de hoje lista que tem 127 municípios do Pará em estado de inadimplência traz para minha surpresa Santa Izabel como um deles, surpresa, pois tenho andado bastante e em todos os eventos oficiais a que tenho comparecido o Prefeito Marió Kató tem dito que as obras que não estão andando no município, assim estão por conta da diminuição do repasse de verbas do governo federal para nosso município, assim disse o Prefeito Pmdebista lá em conceição do Itá ao inaugurar Uma Praça construída as três porradas para a festividade da vila: "Estamos concluindo está obra (Muro de arrimo) sem a garantia do recurso que vinha através de emenda parlamentar do Deputado Paulo Rocha e que não veio por conta dos cortes de repasse da união ao município, mas não tem problema meus amigos, pois estamos fazendo até o que não podemos para dar andamento a esta importante obra" - Prefeito Mairió Kató em Conceição do Itá.
Como assim Prefeito? Corte de Verbas? Diminuição do repasse? ou Falta de compromisso seu e de sua gestão com a aplicação correta do nosso dinheiro em obras mal acabadas e mal feitas só por estarmos em período eleitoral?.

Pra onde está indo o dinheiro publico se o Senhor não está prestando conta dele?

Porque mentir e tentar jogar a culpa no Governo Federal se os recursos vem e o Senhor não presta conta e perde convênios e emendas parlamentares que melhorariam a vida de nosso povo?

Com  quem realmente é o seu compromisso e de sua gestão?

E ainda tem gente que quer por força me fazer acreditar que a continuação deste governo fará mudanças históricas, que transformará Santa Izabel em uma potência! 
Diante disto eu pergunto: 
Com essa turma na Prefeitura pregando a bandeira da transparência e não prestando contas dos recursos? Dizendo que a casa está arrumada? Mas de quem é esta casa?

Dá pra dar mais um crédito a eles e fazer o sucessor do Prefeito do mesmo Partido e com a mesma turma pra administrar essa cidade?

Link da matéria em O liberal: 
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Facebook

quarta-feira, 23 de maio de 2012.
Para quem abriu hoje um dos meus perfis no facebook viu a seguinte mensagem:

Em Breve Este Perfil Irá desaparecer. Por um motivo alheio a minha vontade esta conta acabou surgindo, mas em não vendo motivo de permanecer com dois perfis esta conta será fechada e dará espaço apenas a já existente www.facebook.com/BlogdoTiagoSousa que é meu perfil ativo e terei maior prazer em receber os convites de amizade lá. Agradeço a paciência a audiência e desde já espero seu retorno, Obrigado!

Não bastando a explicação do perfil no face. Venho explicar que na época em que fiz estas contas tinha seguido um manual via e-mail e até hoje me parece nebuloso o como acabei com dois perfis, mas o que importa é que depois de tanto receber reclamações das pessoas que não sabem a quem devem se direcionar para entrar em contato comigo resolvi excluir o primeiro perfil criado e permanecer com o perfil que tem a minha caricatura em forma de desenho como única para poder entrar em contato com todos que acessam o face. Aos que ainda não conheciam o meu perfil fica a dica pra acessar por lá. Devo em breve estar procurando um modo de usar melhor a interação blog/facebook.
Agora todos já sabem quando forem acessar para enviar convite ou me mandar uma mensagem acessem o perfil: www.facebook.com/BlogdoTiagoSousa
Obrigado!
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As revoltas no front amazônico

terça-feira, 22 de maio de 2012.
Por Lúcio Flávio Pinto

Foi sob o tacão do general gaúcho Emílio Garrastazu Médici o pior período do regime militar, os anos verdadeiramente de chumbo, entre 1969 e 1974. Sempre de óculos escuros, cara fechada e um cigarro pendente dos lábios, o ex-chefe do temido Serviço Nacional de Informações era a expressão da estampa do típico ditador latino-americano. Não chegava a ser pessoalmente mau. Só que tinha um defeito terrível: o da omissão.
Durante o tempo em que o general Médici foi o presidente da república, os porões da ditadura ecoaram os gritos provocados pelas torturas impostas aos inimigos do regime. Indiferente a essa selvageria, Médici ia ao campo de futebol.
Sempre com um radinho de pilha colado ao ouvido, torcia, dava opiniões e até interferiu na escalação da seleção brasileira. Impôs ao treinador esquerdista do time, o jornalista João Saldanha, o nome do atacante Dario, impetuoso e um tanto desastrado. Dadá Maravilha ficou no time, Saldanha foi mandado embora.
Outro contraste da personalidade do terceiro presidente-general no poder a partir de 1964 estava na retórica. Na sede da Sudene (Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste), em Recife, Médici leu um discurso poético e pungente. Declarava-se solidário com os retirantes nordestinos, massacrados por mais uma seca inclemente, daquelas que, segundo a lenda, a cada século devastava a região, como a de 1877.
O texto é uma das mais bonitas orações ditas por um governante no Brasil. Seu autor, o então coronel Octávio Costa (depois promovido a general, já em comando de tropa), chefiava a AERP. Era uma assessoria direta do presidente com semelhança ao DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda) do Estado Novo de Getúlio Vargas, e algumas tintas da propaganda nazista criada por Joseph Goebbels (autor da famosa frase: uma mentira, repetida mil vezes, vira verdade).
Era preciso atender as levas de sertanejos tocados do interior pela fome e a miséria, e que se projetavam ameaçadoramente como vagas incontroláveis sobre as cidades do litoral e as ricas propriedades rurais da Zona da Mata. Guardado o papel do discurso, Médici ofereceu uma solução, em 1970: a Transamazônica.
Os nordestinos seriam recrutados para construí-la como peões e também seriam assentados às suas margens como colonos. Teriam trabalho, terra e renda. O governo de direita no Brasil lhes atenderia com aquilo que seria a bandeira das massas russas revoltadas contra o czarismo milenar, que, seis décadas antes, provocaram o surgimento do primeiro governo socialista do mundo.
O nordestino abandonado e maltratado, finalmente, se transformaria em dono do seu pedaço de chão, livrando-se do proprietário explorador. Não na sua terra natal. Na distante, desconhecida e misteriosa Amazônia.
Dois anos depois de ter dado partida à grande estrada de penetração ao interior da fronteira amazônica, Garrastazu Médici voltou a região, em fevereiro de 1973. Foi visitar um grande empreendimento agroflorestal e industrial (arroz, gado, caulim e celulose), o Jari, implantado pelo milionário americano Daniel Ludwig, com todas as bênçãos do governo brasileiro, próximo à foz do rio Amazonas, entre o Pará e o Amapá.
Deu-se o que parecia impossível: dezenas de peões fizeram uma ruidosa manifestação de protesto diante da comitiva presidencial, o que não acontecia nem nas cidades desde o AI-5, do final de n1968.
Não houve tempo para as assessorias — privada e oficial — impedirem a exibição de faixas e cartazes diante do general carrancudo e de óculos pretos. A imprensa, mantida sob controle em cubículos previamente delimitados, viu a cena, a fotografou e registrou. A censura teve que se submeter ao fato consumado.
Havia então 12 mil peões trabalhando nas obras do Projeto Jari, apenas um quarto deles vinculados à empresa de Ludwig. Os outros eram recrutados por agenciadores de mão de obra, os "gatos". Sem qualquer garantia social e, muitas vezes, sem receber, trabalhavam pesado durante muitos meses, derrubando floresta, plantando, construindo.
O governo teve que providenciar alguma coisa para reparar aquela situação, que alcançou repercussão internacional. Instalou um grupo volante para acompanhar as condições de trabalho, semelhantes às dos escravos da colônia (e do império). Até criou uma carteira de trabalho para atender o peão — mas só com parte das garantias sociais do homem urbano.
A manifestação do Jari não foi a primeira nem a última a traduzir a insatisfação contida e reprimida do ser humano nas distantes e esquecidas frentes pioneiras. Quase meio século antes, outros trabalhadores haviam feito um quebra-quebra bem maior na empresa de outro americano, este ainda mais célebre: Henry Ford.
De sua sede em Detroit, nos Estados Unidos, Ford impunha de tudo a quem trabalhava na sua plantação de borracha no vale do rio Tapajós, no Pará, de onde esperava extrair matéria prima para os pneus dos seus automóveis, que inundavam o mundo. Até a comida.
No cardápio elaborado por nutricionistas não constava a farinha de mandioca. Este, porém, era o item que não podia faltar no prato do caboco. Como faltou, os nativos se insurgiram e saíram destruindo o que encontraram pela frente. A farinha voltou. Mas Fordlândia não foi longe. Em 1945 Ford jogou a toalha branca, desistindo de produzir borracha em larga escala na Amazônia, 18 anos depois de se instalar na região.
Mais cinco décadas à frente, uma nova rebelião de milhares de trabalhadores ocorreria na maior obra que estava em andamento no Brasil na passagem dos anos 1970 para os 1980: a hidrelétrica de Tucuruí, no rio Tocantins.
A comida servida nos refeitórios coletivos era ruim. Certo dia ficou insuportável. A carne foi amolecida à base de muito bicarbonato. Era colocá-la no prato e deixá-la de lado. Revoltados, os peões começaram a destruir o restaurante e a avançar sobre outros pontos do acampamento.
Centenas de homens da Polícia Militar foram transferidas às pressas de Belém para conter a rebelião. A comida então melhorou. Tornou-se pelo menos suportável. Nada, contudo, que nem de longe pudesse ser comparada ao menu oferecido para o staff das obras.Lado a lado, padrões de vida sueco e biafrense
Novas revoltas ocorrem agora nas grandes obras da Amazônia. Não mais apenas na forma de explosões súbitas e de curta duração, como antes. Essas modalidades, mais violentas, se combinam com greves, antes praticamente impossíveis. É a continuidade de uma história marginal. Mas é também uma novidade, que precisa ser mais bem registrada e adequadamente entendida.
Via: Portal Yahoo
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Alô, Alô, Ministério Público, Governo Federal, entidades internacionais! Desgoverno do Pará coloca em risco até a memória da Amazônia: ameaça de incêndio no Arquivo Público do Pará. E o Jatene, hein? 100 “cascatas” pra quem adivinhar o que ele tá fazendo...

segunda-feira, 21 de maio de 2012.

Por Ana Célia Pinheiro

“Queima de Arquivo 

A queima de arquivo que ameaça acontecer não é em sentido figurado.

É a possibilidade REAL de uma queima de documentos, únicos da História Universal, que estão guardados no Arquivo Público do Pará.

Segundo Ethel Valentina Soares por pouco, pouco, muito pouco mesmo a tragédia não aconteceu na madrugada de 18/05. Um curto circuito ...”
Leia a postagem completa, com as denúncias da presidente da Associação dos Amigos do Arquivo Público do Pará, no blog do Flávio Nassar:
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O Blogueiro Boleiro

Em minha família os homens são bons de cozinha, menos eu que não aprendi a profissão ou arte como preferem alguns, por puro comodismo mesmo, mas como dizem que a coisa é de sangue vai saber se um dia eu desenvolvo este Alex Atala adormecido.
Neste dia das mães que passou o Blogueiro que também é meu irmão (apesar de alguns duvidarem) Diego Sousa foi para a cozinha e como sempre mandou bem com o bolo de chocolate que ficou show, foto:
E o blogueiro já até pensou em montar um Buffet e pelo visto daria bem, já cozinhou para um casamento e deu tudo certo, o povo adorou o cardápio. Dom ganho de seu Antonio Alves nosso finado pai que era expert em culinária Paraense. Ainda lembro-me da época em que era criança e experimentava aquele tacacá, depois de sua morte nunca mais encontrei igual e dificilmente vou achar porque como disse é mais do que tudo uma arte e são poucos os agraciados com este dom.
Mas enquanto por um lado não posso desfrutar do tacacá do pai, posso aproveitar os bolos e doces do Diego Sousa. Está aí o motivo de nunca ir para a cozinha já tem gente muito boa de mão lá pra fazer as coisas, então, o papel que me cabe neste latifúndio é a difícil tarefa de comer.
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Rebelião ou Revolução

sábado, 19 de maio de 2012.


Primeiro explicando que a postagem faz referencia a publicação REBELDIA publicada pelo Blogueiro Bruno Marques e que eu estava preparando um comentário, mas infelizmente pelo correr do tempo não havia conseguido, hoje, porem, o faço.

Agora sim, prosseguindo na analise. Gostaria primeiro de parabenizar os alunos do Colégio Antonio Lemos e dizer que se fosse a minha época de secundarista e estivesse matriculado no colégio provavelmente estaria no meio deste levante, mas a questão aqui é outra.

Logo estabelecer essa “pequena” diferença que, porém, faz um distanciamento da realidade dos fatos caso não seja corretamente aplicada. Os conceitos aqui utilizados dão conta de objetos diferentes, por exemplo, na palavra rebelião veremos que no geral é utilizada para uma ação de resistência e geralmente que se utiliza de aparelhos de violência para combater agentes de autoridade ou no caso em questão o que se coloca é uma ação “rápida” que tem tempo definido. Já na palavra revolução teremos o que simboliza uma transformação, geralmente de caráter radical ou uma inversão da ordem, se preferirem, e com tempo de duração bem maior. Portanto, considero que a classificação mais adequada seria a de “revolucionários” ao invés de “rebeldes”.

Agora... Um pouco mais longe da polemica em torno do termo, posso dizer que sou simpático a causa dos estudantes, pois quando estava no colégio sempre critiquei e fui contra o uso obrigatório ao invés de didático, do uso irrestrito ao invés do restrito, do uso único ao invés do provável, se formos ver os caracteres implicativos do uso do uniforme escolar veremos porque desde cedo fui contra. De todas as pesquisas cientificas realizadas sobre o assunto alguns pontos a favor dizem respeito à facilidade na identificação do aluno, na diminuição da violência (em termos práticos percentualmente insuficiente para justificar a obrigatoriedade) e a redução na “indisciplina” e na falta de atenção. Aqui temos outra polemica que é a questão da delimitação deste conceito “disciplina” que para além de qualquer coisa é um comportamento “importante” para a sociedade capitalista, pois é ela o fundamento da dita produção seriada e talvez aqui entre também o aspecto educacional, como fundamento da sociedade capitalista a disciplina vai encontrar seu papel na “organização” (ordem) das pessoas dentro de qualquer estrutura básica da sociedade do capital e desta forma que ela se incorpora e entranha na forma de vida social, no imaginário das pessoas que vêem aí o jeito de tudo dar certo (quem é disciplinado é valorizado) e deste modo que como instrumento ideológico que perpassa toda a sociedade para entrar na cultura e sendo assim tudo o que é bom é “disciplinado”.

Aqui basta lembrar as idéias do filosofo Foucault para quem o poder em todas as sociedades, está ligado ao corpo. É sobre ele que se impõem as obrigações, as limitações e as proibições. Daí surge à noção de docilidade, o corpo dócil pode ser submetido, utilizado, transformado, aperfeiçoado em função do poder. Claro que não há como entender isso tudo sem lembrar que para este mesmo pensador o poder não está concentrado nas mãos do governo ou no estado para ele o poder é relacional e está em todos os espaços de relação e se dá através da ação de uns sobre os outros. Portanto, a disciplina serve e tão somente serve para o aperfeiçoamento das relações de poder.

Na parte final das pesquisas, e aí justifica minha birra para com o uso de uniformes, todos confirmam um dado interessante; os uniformes também promovem o conformismo social e contribuem para a negação da livre expressão individual e a criatividade. Por si só isso já bastaria para dizer que acredito muito mais no aspecto valorativo individual para formar pessoas que pensam do que uma multidão de conformados que se submetem ao que lhes é dado como “bom”.
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Entrevista exclusiva e imaginária com Pierre Joseph Proudhon

sexta-feira, 18 de maio de 2012.

Pierre Joseph Proudhon. Ao ler a sua obra, fiquei com a impressão de que o objetivo principal fora encontrar um princípio de harmonia que resultasse a “paz imperturbável” e que a palavra-chave do seu pensamento é a “reconciliação”.

 Yuri Almeida - Vamos iniciar por seu livro “A propriedade é um roubo”. Por que a propriedade é um roubo?

Proudhon - Assim como o “valor-de-uso”, o valor de troca são quantidades incomensuráveis, logo o seu fruto é instável, visto que ambos valores estariam em constante oposição. A solução é: os produtores devem combinar o preço (o preço de custo) e, por conseguinte, pelo que eles valem. É verdade que existirão menos ricos, mas, certamente, também passará a existir menos indigência. Como a negação da propriedade levava à negação da autoridade, eu deduzia imediatamente de minha definição este corolário não menos paradoxal: a verdadeira forma de governo é a anarquia”.(PROUDHON, 1997, pg. 18)

 Y.A – Proudhon gostaria que você explicasse o seu conceito de propriedade.

 Proudhon - La propriété c’est le vol. Os governos e as instituições resultam dela. A propriedade, considerada no conjunto das instituições sociais, tem por assim dizer duas contas abertas: uma é a dos bons que ele obtém, e que decorrem diretamente de sua essência; a outra é a dos inconvenientes que ela produz, dos gastos que ela ocasiona e que se seguem, como os bens, também diretamente de sua natureza. O mesmo acontece com a concorrência, o monopólio, o Estado etc.” (PROUDHON, 1997, pg. 36).

Para que as condições fossem iguais, nesta hipótese da separação do trabalho e do capital, seria preciso que, como o capitalista se desenvolve através de seu capital, sem trabalhar, também o trabalhador pudesse se desenvolver através de seu trabalho, sem capital. Ora, não é o que acontece. Portanto, a igualdade, a liberdade, a fraternidade são impossíveis no regime atual; portanto a miséria e o proletarizado são a conseqüência fatal da presente organização da propriedade”. (PROUDHON, 1997, pg.70).

Ao considerar a propriedade um roubo, busco “colocar em relevo a fragilidade das instituições. Acredito que é preciso um equilíbrio no que tange a propriedade, já que “na propriedade, como em todos os elementos econômicos, o mal ou o abuso é inseparável do bem. (PROUDHON, 1997, pg. 36). Por isso, “é preciso manter as escrituras em dia, isto é, determinar com exatidão os direitos e deveres, de maneira a poder, em cada momento, constatar a ordem ou a desordem e apresentar o balanço” (PROUDHON, 1997, pg.37), ou seja a justiça é a mediadora das relações humanas.

A propriedade é um roubo; a prosperidade é uma liberdade.



Y.A – Seria a propriedade a causa das desigualdade?

Proudhon - “A sociedade se dividiu em três categorias de cidadãos correspondentes aos três termos desta fórmula (capital, trabalho, abstração); que dizer, porque se fez nela uma classe de capitalistas ou proprietários, uma outra classe de trabalhadores e uma terceira classe de capacidades, é que constantemente se chegou nela à distinção de castas e que a metade do gênero humano foi escrava da outra sociedade”

“Por toda a parte em que se pretendeu de fato, organicamente, estas três coisas, o capital, o trabalho e o talento, o trabalhador foi escravizado: ele se chamou alternativamente escravo, servo, pária, plebeu, proletário; o capitalista foi explorador: nomeia-se ora patrício ou nobre, ora proprietário ou burguês; o homem de talento foi um parasita, um agente de corrupção e servidão: este foi primeiro o sacerdote, mais tarde o clérigo, hoje o funcionário público, qualquer gênero de capacidade e de monopólio”. (PROUDHON, 1997, pg. 68-69).

 Y.A – Você afirma que à medida que a sociedade fica mais esclarecida autoridade real diminui.

 Proudhon - Sim. “Desde o momento em que o homem procura os motivos da vontade soberana, desde este momento o homem se revoltou”. (PROUDHON, 1997, pg. 27-28). “Pouco a pouco a experiência cria hábitos e estes, costumes, depois os costumes formulam-se em máximas, arranjam-se em princípios, numa palavra, traduzem-se em leis, às quais o rei, a lei viva, é forçado a respeitar. Vem um tempo em que os costumes e as leis são tão multiplicados que a vontade do princípio é por assim dizer englobada pela vontade geral; quem tomar a coroa é obrigado a jurar que governará conforme e os usos, e que ele não é ele mesmo, mas o poder executivo de uma sociedade cujas leis se fizeram sem ele.” (PROUDHON, 1997, pg. 28-29).

 Y.A - O que você acha da democracia? E das eleições?

 Proudhon - A democracia implica a destituição da autoridade e do governo. Sobre as eleições “o que me interessam, ainda uma vez, todas estas eleições? Que necessidade tenho de mandatários, tanto como de representantes? E, já que é preciso que determine minha vontade, não posso exprimi-la sem a ajuda de ninguém? Quero tratar diretamente, individualmente, por mim mesmo; o sufrágio universal é, a meus olhos, uma verdadeira loteria”. (PROUDHON, 1997, pg. 106 e 1080).

Y.A - E qual seria o “governo” ideal? Haverá legislador?

Proudhon - Será aquele baseado na soberania da razão, isso porque a autoridade do homem sobre o homem está em razão inversa ao desenvolvimento intelectual ao qual esta sociedade chegou, ou seja a ignorância é a única coisa causa do pauperismo que nos devora e todas as calamidades que afligem a espécie humana. Enquanto ao legislador, a função deste se limita à busca metódica da verdade.“Nem monarquia, nem aristocracia, nem mesmo democracia, pois que este terceiro termo implicaria um governo qualquer, agindo em nome do povo, e dizendo-se povo. Nada de autoridade, nada de governo, mesmo popular: eis a revolução. (PROUDHON, 1997, pg. 92).

Y.A – Ah! Então o anarquismo possui um caráter redentor? A salvação da humanidade?

Proudhon – Eu confio na associação mútua como solução dos problemas sociais. “A Revolução sou eu”, é a minha máxima. Proponho uma mistura singular de realismo e de utopia. Realismo, quando enalteço a multiplicação das associações operárias de produção, único meio de afastar, ao mesmo tempo, o capitalismo privado e a nacionalidade estatal. Utopia, quando o sistema aumentará insensível e progressivamente, que ele acabará por absorver de modo paulatino, sem expropriação toda indústria, graças a um crédito gratuito que seria concedido às associações operárias por um “Banco do Povo”, espécie de caixa mútua funcionando fora de qualquer controle do Estado”.

Dessa forma, os trabalhadores, via “organização do crédito”, torna-se-iam “senhores do trabalho” ( a essa altura despareceu o capitalista) e reconquistariam o capital alienado. Primeiro retomaria para mãos dos trabalhadores, a pequena e depois a grande propriedade, a seguir as explorações, sendo assim “senhores de tudo”.

Nesta sociedade, as trocas seriam baseadas no trabalho e não no capital. Dessa forma, não haverá “transferência de riqueza”, mas sim, a sua criação.

“O meio de destruir a usura não é, mais uma vez, confiscar a usura; é opor princípio a princípio, isto é numa palavra, organizar o crédito.” (PROUDHON, 1997, pg. 71). Nós queremos a propriedade, menos a usura.

Organizar o crédito não é emprestar a juros, visto que isto sempre seria conhecer a soberania do capital; é organizar a sociedade dos trabalhadores entre eles, é criar a garantia mútua. O trabalho pode dar crédito dele mesmo, ele pode ser credor como o capital.

“ Nós não queremos o imposto sobre as rendas do Estado porque este imposto é, como o imposto progressivo, em relação aos capitalistas, somente um confisco e, em relação ao povo, somente uma transação, um logro. Nós acreditamos que o Estado tem o direito de resgatar suas dívidas, por conseguinte, de emprestar a juros mais baixos; não pensamos que lhe seja permitido, sob pretexto de imposto, faltar a seus compromissos. Nós somos socialistas, nós não somos bancarroteiros”.

Y.A – Você propõe igualdade de condição humana? É isso?

Proudhon -“Se o homem nasceu sociável, a autoridade de seu pai sobre ele cessa no dia em que, sua razão estando formada e sua educação completa, ele se torna o associado de seu pai. (PROUDHON, 1997, pg.29). O governo do homem pelo homem, sob qualquer disfarce, é opressão.“Para o desenvolvimento da idéia social, que cada cidadão seja tudo; porque, se não é tudo, ele não é livre; sofre opressão e exploração em algum aspecto” (PROUDHON, 1997, pg.70).

Y.A - O que é ser governado?

Proudhon - “Ser governado é ser guardado à vista, inspecionado, espionado, dirigido, legisferado, regulamentado, depositado, doutrinado, instituído, controlado, avaliado, apreciado, censurado, comandado por outros que não têm nem o título, nem a ciência, nem a virtude” (PROUDHON, 1997, pg. 114).



Y.A – É impressão minha ou você é contrário as leis?

Proudhon - Acredito que o número excessivo de leis é prejudicial à sociedade. Isso porque, a simplificação legislativa nos reconduz, portanto, a idéia de contrato, conseqüentemente, à negociação da autoridade.

“ Não faça a outro o que vós não quereis que se vos faça; faça a outro como desejais que vos seja feito. Eis a lei e os profetas. Mas é evidente que isto não é uma lei; é a fórmula elementar da justiça, a regra de todas as convenções. (PROUDHON, 1997, pg. 101).

A essência da lei “é um efeito da minha vontade, uma condição do meu trabalho e uma fé da minha razão”.

Y.A - Qual a sua análise de um governo dos trabalhadores?

Proudhon - “ A revolução social está seriamente comprometida se ela chega pela revolução política. O poder nas mãos do proletariado, isto será um embaraço durante tanto tempo que a revolução social não será feita” (PROUDHON, 1997, pg. 41). Uma revolução não se pára nem se improvisa.

Y.A – E sobre o comunismo? Você faz serias críticas à Marx.

Proudhon - “Eles (os comunistas) submetem tudo à soberania do povo, ao direito da coletividade; sua noção de poder ou de Estado é absolutamente a mesma da de seus antigos senhores. Que o Estado seja intitulado de império, de monarquia, de república, de democracia ou de comunidade é evidentemente, sempre a mesma coisa. Para os homens desta escola, o direito do homem e do cidadão depende inteiramente da soberania do povo; sua própria liberdade é dele uma espécie de emancipação”. (PROUDHON, 1997, pg. 164).

“Na aparência sobre a ditadura das massas, mas onde as massas não têm poder senão aquele que é necessário para assegurar a servidão universal, segundo as fórmulas e máximas seguintes, emprestadas ao antigo absolutismo:

a) indivisão do poder;

b) centralização absorvente;

c) destruição sistemática de todo pensamento individual, corporativo e local, reputado dissidente;

d) polícia inquisitorial;

e) abolição ou pelo menos restrição da família, tanto mais da hereditariedade. (PROUDHON, 1997, pg. 167).

Y. A – Por fim, Proudhon não sei se os nossos leitores chegaram até final desta entrevista, os tempos mudaram e as pessoas não lêem na internet. Bom, a última pergunta é extremamente pessoal: queria que você explicasse “por que a revolução não é obra de ninguém”?

Proudhon - É uma transformação que se efetua espontaneamente no conjunto e em todas as partes do corpo político. É um sistema que se substitui a um outro, um organismo novo que substitui uma organização decrépita”.

Uma revolução verdadeiramente orgânica, produto da vida universal, mesmo que tenha seus mensageiros e seus executores, não é verdadeiramente a obra de ninguém. (PROUDHON, 1997, pg. 77).

* Citações retiradas do livro “A propriedade é um roubo e outros escritos anarquistas”. PROUDHON. J. Pierre. L&M Pocket, Porto Alegre, 1997.
 

Entrevista Imaginária Retirada Do Blog: http://herdeirodocaos.wordpress.com/
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REBELDIA

Por Bruno Marques
 
Ontem alguns alunos da Escola Antonio Lemos promoveram um grande manifesto nos portões da escola. A revindicação do alunado era quanto a obrigatoriedade do uso do uniforme. A direção da escola está exigindo que os alunos usem a camisa da escola, calça tergal azul e sapato preto ou preto e branco.
A escola ao longo deste início de ano letivo vem tentando fazer cumprir seu regimento interno, porém está encontrando uma resistência muito grande dos alunos. Esse processo vem sendo negociado com alunos, pais, Conselho Tutelar e URE. Há duas semanas o Conselho Tutelar esteve na escola conversando com os alunos sobre o tema.
O real problema é que em virtude de gestões pusilâmines nos últimos anos, levou o CEAL a um estado de quase completa anomia. Quando um quadro social se encontra neste estado, não é fácil tentar retornar ao estado de ordem, a convulsão social é normal nesses caso como aconteceu, foi um movimento forte e contundente o dos alunos que se recusam usar o uniforme oficial da escola, preferem ir de calça jeans e sandálias.

A irmã Josefa, atual diretora da escola, assumiu a direção há dois anos e aos poucos vai tentando trazer o CEAL para um estado de ordem e disciplina, não é fácil, é preciso ter pulso firme e determinação. Alunos uniformizados é o primeiro passo para a disciplina e organização da escola.
Vejo no que aconteceu ontem no CEAL o prelúdio do que deve acontecer na cidade, se um prefeito de coragem conquistar a prefeitura, imaginem retirar os feirantes das ruas da feira. Na feira impera a completa anomia, cada barraqueiro fica onde quer, até na rua, se um prefeito quiser por ordem naquela bagunça, vai enfrentar o mesmo problema que a irmão Josefa está enfrentando a frente do CEAL.

No fim da manhã a irmã conversou com uma comissão dos estudantes, a freira foi irredutível, não abriu mão da calça tergal, porém flexibilizou o uso do sapato até o fim deste mês.
O Conselho Tutelar deveria verificar, porque o dinheiro do Bolsa Família não está sendo usado para a compra do material escolar dos alunos, muitos dos que ainda não tem o uniforme, são beneficiários do programa social.
 
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Em Santa Izabel é Assim, choveu? Vai Tudo Pra Baixo D’água

quarta-feira, 16 de maio de 2012.
O blogueiro Diego Sousa já vem algum tempo publicando através de fotos e vídeos a situação de dezenas de ruas da cidade, basta dar uma boa chuva e tudo fica de baixo d’água ou a rua vira lama como ocorreu no Bairro Jardim Florestal ou a torrente d’água que arrebentou a pista da Aratanha. Desta vez foi no Bairro Jardim Miraí a rua principal depois de uma chuva virou igarapé ou se confundido com o igarapé que corta o Bairro, sei lá! Só sei que isso tudo é fruto da falta de planejamento urbano, a cidade está crescendo na torra.

Não culpo apenas a gestão atual da cidade pela situação, mas também não posso negar que eles têm um dedo de culpa nisso também, afinal, sabendo do problema nada fizeram até aqui e lá se vão oito anos não tem desculpa que cole e ainda as poucas ações possibilitadas pelo governo federal ou estadual foram mal gestadas pela prefeitura e não resolveu problema nenhum.

Eu já escrevi isso aqui e volto a escrever de novo, esta cidade está num período transitório de cidade pequena para cidade de médio porte e se a prefeitura e a população não entenderem isso a tempo o “caos” (aqui no sentido negativo) será instalado, eu até nem sei se já não estamos vivendo ele.

É preciso que se tome providencia, pois só quem tem que sair de casa e não consegue ou quem enfia o pé na lama todos os dias sabe o martírio que é esta situação. Abaixo segue o vídeo de um cinegrafista amador:

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Dudu Prefeito Batuta

Eu juro que não queria me ater a escrever sobre este cidadão, mas infelizmente é extremamente incrível como ele consegue atrasar a vida dos moradores da capital e agora não satisfeito faz suas lambanças atingirem os moradores de outras cidades, de outros estados e quiçá de outros países que precisam enfrentam este amarguroso desafio de passar pelo entroncamento na entrada da capital Paraense. É claro que o provincianismo de alguns não os deixará enxergar que esta obra é mais uma daquelas que se começa no inicio da campanha eleitoral com o simples objetivo de ter uma desculpa de dizer ao eleitor que com essa mega obra sua vida irá melhorar e que, portanto, é necessário reeleger o projeto em voga para continuar esta e muitas obras que fazem bem ao povo, mas... e se não fosse o “mas” o que a realidade pratica nos mostra é bem diferente das propagandas da TV e do discurso do prefeito “imperfeito”.
O tal BRT em poucas palavras: é uma obra para inglês ver, os defensores do meio ambiente estão na bronca com o Dudu porque o projeto além de não prever melhoria na infra-estrutura de acesso a pedestres e ciclistas, ainda prevê a retirada da ciclovia que foi tão batalhada e colocadas na gestão passado de Edimilson Rodrigues. Pelo que vi das maquetes parece que também é um atentado a cultura e memória do estado já que será removido o monumento em homenagem a cabanagem (diga-se de passagem muito mal cuidado pela gestão do Dudu, este monumento é uma das obras projetadas pelo arquiteto Oscar niemeyer e merecia melhor atenção pelo seu valor histórico) , esta que foi uma revolução ocorrida no Grão-Pará e a única que conseguiu por, mesmo que por pouco tempo, os revolucionários no poder e mais contava com brancos, índios, negros e caboclos configurando a revolução como Brasílica, por assim dizer. E finalmente e o pior de todos é que eu estou procurando até agora uma justificativa para essa obra porque no inicio ela já mostra a fragilidade de logística que foi pensado, como me digam o transito vai melhorar recortando parte das faixas de acesso. Só eram quatro e agora são duas e meia e o mais grave é que a linha direta não é no sentido saída de Belém para a BR é de Belém, digo, Almirante Barroso para Augusto Montenegro.
O Tal sistema rápido de acesso vai para as cucuias quando nós passamos três, quatro ou até cinco horas no inferno deste transito, só para terem uma idéia eu sai da minha casa hoje as 11h30min da manhã e cheguei a universidade as 14:40 da tarde. Porra Dudu, não fode!
Foi aí que eu lembrei que os garotos podres passariam por Belém e a música papai Noel velho batuta bem que ficaria ótima pro Dudu, quer ver:
Ducimar Prefeito batuta
Rejeita os miseráveis
Eu quero matá-lo
Aquele porco capitalista

Presenteia os ricos
E cospe nos pobres
Presenteia os ricos
E cospe nos pobres

Pobres, pobres
Mas nós vamos sequestrá-lo
E vamos matá-lo

Por quê?
Aqui só existe cara de pau
Aqui só existe cara de pau
Aqui só existe cara de pau
Aqui só existe cara de pau
Por quê?
Duciomar prefeito batuta
Rejeita os miseráveis
Eu quero matá-lo
Aquele porco capitalista

Presenteia os ricos
E cospe nos pobres
Presenteia os ricos
E cospe nos pobres


    
Antes de encerra o post a indagações de um internauta bem que poderiam ser respondidas pelo Dudu e aos garotos podres mil perdões pelo assassinato da letra da música, mas tudo vale para um protesto. Abaixo as indagações do internauta:
Por que ele não terminou a João Paulo II?
Por que não inaugurou o terminal hidroviário?
Por que não terminou as ciclovias e construiu novas?
E o metrô de superfície?
Os terminais de integração?
E a engenharia de trânsito, com sinais inteligentes?

Ministério Público, vereadores de Belém, juízes, imprensa e sociedade em geral, VAMOS AGIR E FICAR DE OLHO É PRA SER 90 DIAS, JÁ TEM UNS 15 DIAS.
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Causando a 2º Parte da Conversa do Deputado Arnaldo Jordy e Josiane

segunda-feira, 14 de maio de 2012.

O vídeo a cima é a segunda parte do dialogo entre o deputado Arnaldo Jordy e a sua ex-namorada Josiane. Desta vez parece que ficou muito claro e nítido que o deputado realmente quer praticamente forçar a moça a fazer um aborto.
Gostaria de público parabenizar a Josiane por ter tido a coragem de na hora não ceder as pressões e continuar com a sua gravidez e ainda que o pai da criança a estivesse pressionando ela foi sobretudo corajosa e teve forças, parabéns Josiane!
Não sei ao certo o que será da candidatura do Jordy a prefeito da capital, mas se eu fosse ele desistiria da idéia antes que o estrago seja maior. As explicações que foram dadas ao primeiro vídeo caem por terra e agora fica evidente que ele quer “acabar com isso” a qualquer custo.
E o discurso do moralmente inatingível e do eticamente inabalável chega ao fim e agora no que se sustentará o Jordy?
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Sem Sinal

sábado, 12 de maio de 2012.

Fazendo esta postagem para informar aos meus amigos de blog que devido a um problema com o servidor de internet estarei fora do ar até terça feira dia 15. Hoje tive o desprazer de passar quase três horas pendurado no telefone com um técnico para tentar resolver o problema, mas não conseguimos, logo, marcaram uma visita técnica para a terça feira, isso significa que vão me deixar sem internet quase uma semana.

Principio de briga:

Se caso o problema for solucionada e o provedor queira me cobrar pelo serviço de manutenção irão perder um cliente e ganhar um processo na justiça, esta não é a primeira vez que isso acontece, em outro momento fiquei três dias sem acesso a rede e é costume do provedor cobrar até os serviços mais básicos como mudança de data de pagamento. Não se porque, mas acho que ainda vou ter muita dor de cabeça com isso.

Enquanto as coisas não melhoram vou ficar aqui adiantando algumas coisas para o blog e logo que tiver uma solução volto a postar.

Queria agradecer aos amigos blogueiros “FER” e Josi que estiveram por aqui e gostaram da mudança, valeu!

Como ninguém é de aço e minha paciência já foi para o espaço, só mesmo com muita fé e bom senso para agüentar essas pedras no meio do caminho.
Eu ia publicar um video, mas a velocidade da internet não permite, vai a letra da música:

Andar com fé


Gilberto Gil


Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá
Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá

Que a fé tá na mulher
A fé tá na cobra coral
Ô-ô
Num pedaço de pão
A fé tá na maré
Na lâmina de um punhal
Ô-ô
Na luz, na escuridão

Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá
Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá

A fé tá na manhã
A fé tá no anoitecer
Ô-ô
No calor do verão
A fé tá viva e sã
A fé também tá pra morrer
Ô-ô
Triste na solidão

Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá
Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá

Certo ou errado até
A fé vai onde quer que eu vá
Ô-ô
A pé ou de avião
Mesmo a quem não tem fé
A fé costuma acompanhar
Ô-ô
Pelo sim, pelo não

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O Blog Mudou O Layout

sexta-feira, 11 de maio de 2012.

Como havia prometido á quase um mês atrás o blog mudou de roupagem e agora muda também o layout. Vamos ver para que caminhos do desconhecido esta nova empreitada irá me lavar, gosto de uma viagem (e não uso nenhum psicotrópico), pois elas nos permitem testar a capacidade da nossa mente e superar as nossas próprias barreiras é algo indescritível.
Aos céticos que já não acreditavam na mudança, está aqui oh! As meus amigos de blog espero que tenham gostado e olha me deu um trabalho, pois eu não sabia fazer quase nada desse negócio de adaptar modelo e tal, mas com muita paciência e garrafas de café (meu vicio) eu consegui e apresento a vocês o novo Blog do Tiago Sousa.
Ainda tem alguma ou outra coisa que vou modificar neste processo de construção do blog. Vocês irão perceber que agora tem três links na barra superior, um para a home Page, outro para meu perfil que ainda irei mudar e um terceiro chamado Anarquia e Anarquismo onde irei apresentar esta corrente filosófica e os principais idealistas deste movimento, mas por enquanto estou escrevendo, só não agüentei esperar para terminar tudo e publiquei logo o novo modelo.
Outra novidade é que também construi junto com o blogueiro Diego Sousa o novo modelo do blog do Diego Sousa quem quiser acessar aqui:http://blogdodiegosousa.blogspot.com.br/ verá que ficou muito bom também este que é um dos veículos mais importantes de informação e denuncias da cidade.  
Enfim... Mais do mais vamos ficar seguindo esta proposta e ver no que vai dar, daqui a seis meses o blogueiro olhará para ver se está ou não no caminho certo se caso não for boa a aceitação tenho a humildade de voltar as origens para estar antenado com o leitor, afinal este sim é o motivo do blog.
A todos vocês, obrigado!
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