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DISC; DISK; DISQUE...

quinta-feira, 30 de agosto de 2012.
Por Rodrigo Bruno de Sousa*
Antes, não muito distante tínhamos e/ou temos uma massificação do disque sexo, disk pizza, disque remédio, disque água, disk-gás e tantos outros que por hora não recordo. Mas o que me deixou surpreso e ao mesmo tempo motivado a escrever esta breve impressão. Foi o caminho que tomo todos os dias de retorno para casa passo pela Avenida Senador Lemos em Belém, entre dois grandes empreendimentos comerciais. Temos uma loja modesta que leva o nome fantasia que se apresenta assim. Disk-bíblia, fone tal.
        Fiz a seguinte reflexão: O sistema capitalista absorveu a religião, fazendo da mesma um grande negócio? Ou foi a religião que sucumbiu aos encantos do sistema? Que possui em suas estratégias a convocação de todas as manifestações humanas para seguirem seu modelo sistemático e sem duvida pela expressiva repercussão do fenômeno religioso, que se tornou algo que poderia fazer parte do rol comercial? Recordo a passagem de Adorno e Horkheimer[1],O mundo inteiro é forçado a passar pelo filtro da indústria cultural”. Parece que não temos mais alternativa de escolha, e sim uma convocação.
        Nada contra essa forma de comercializar este produto, basta ligar e em pouco tempo, “A palavra de vida eterna” chega a sua casa, no trabalho, ou onde quer que seja. Pronta para ser lida, compreendida, interpretada e posta em pratica sua interpretação democratizando o acesso, sem mediação de especialista. Isso é positivo! Sabemos que nem um livro deve ser interpretado e vivenciado ao pé da letra. Num é verdade? Se não, em uma das passagens do livro de Mateus[2]. Se interpretarmos de forma literal este escrito. Penso o sistema de saúde brasileiro ou de qualquer outro país estaria defasado, como bem presenciamos. Confere? Já imaginou o tanto de deficiente visual, deficiente físico, teríamos? E também o sistema de previdência social, como estaria? Pois a possibilidade de nesses procedimentos cirúrgicos realizados ocorrer falhas médicas, seria bem provável. Tendo que os aposentar em definitivo. Há! Não esquecendo que os próprios agentes de saúde poderiam compor esta demanda, também. Parece brincadeira! Portanto, muita atenção, com interpretações não contextualizadas e não atualizadas em qualquer escrito que seja.
Mais qual o perfil de comprador (a)? Existe? Quem compra dessa forma acha que a mesma tornou-se um produto qualquer? Ou que esta forma de comercializar facilitou estarmos mais perto da palavra de Deus? Sem reflexão! Sabemos também que os cristãos católicos foram ensinados (catequizados) a somente escutar a palavra nas celebrações, não tinham o acesso como nos dias de hoje, esse acesso ocorreu a partir do concilio ecumênico vaticano II que aconteceu entre 1962 a 1965 em Roma. Mas quebrar historicamente essa passividade (escuta) e implantar o uso fervoroso da bíblia é um processo. Muitos a tem em casa como objeto de decoração, ou muito bem guardada no armário, empoeirada. Reflexo da centralização. E a partir da reforma luterana século XVI, os denominados protestantes e um tempo depois os pentecostais e hoje os neopentecostais. Usam o livro da bíblia de forma respeitosa, mais um pouco exagerada por algumas denominações (destas duas últimas identidades acima). Não quero dizer que não haja más interpretações no catolicismo.
Este ambiente comercial especializado em bíblia, também é reflexo da religião em divulgar a urgência e aproximação da palavra de deus aos cristãos. Em atingir a paz, a cura interior, a prosperidade, outros. Pra mim legitimando a democratização deste deus apenas. E quebrando o monopólio ainda sustentado pelo catolicismo. Ainda não entrei neste ambiente, sempre que passo por este geralmente está fechado, após as 18h. Acredito que o (a) proprietário (a) seja evangélico (a). Pois as bíblias são personalizadas e de cores variadas.



[1]Do Livro Dialética do Esclarecimento de 1947 de Theodor Adorno e Max Horkheimer, membros da escola de Frankfurt (Alemanha). Teóricos da Teoria Critica da Sociedade. Pag. 104. Editora Zahar.

[2] Se o olho direito leva você a pecar, arranque-o e jogue-o fora! È melhor perder um membro do que seu corpo ser jogado no inferno. Se a mão direita leva você a pecar, corte-a e jogue-a fora! É melhor perder um membro do que o seu corpo todo ir para o inferno. Mateus 5, 29-30.

Sobre o Autor:
Rodrigo Bruno de Sousa *Rodrigo Bruno de Sousa Nasceu em Altamira no Pará em 82, é bacharel em Ciências Sociais e também graduando do curso de Ciências da Religião – UEPA e participa do Grupo de Pesquisa dos Movimentos, Instituições e Cultura Evangélica da Amazônia - MICEA
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A campanha política

quarta-feira, 29 de agosto de 2012.

Por Denize Sousa Pereira*

Observando o cenário do desenvolvimento das campanhas eleitorais deste ano, percebe-se algumas situações que merecem ser destacadas: Primeiramente, no que diz respeito ao início da campanha propriamente dita, como postei em outra oportunidade, realmente foi uma situação completamente atípica, quando um candidato, não se por querer se fazer conhecido ao povo, ou se  por ostentação de poder econômico para inibir os outros candidatos,  ou ainda,   se por completa ingenuidade política, precocemente colocou a campanha literalmente na rua, ao que parece ainda tentando intimidar seus concorrentes. A verdade, é que o fato acabou por desgastar algumas campanhas, pois, o que antes só era vista nos dois últimos meses, terá prolongado por noventa dias exaustivos de propaganda que, de acordo com comentário do povo ao invés de contribuir para o desempenho dos candidatos, serviu para aumentar a irritação do povo, que fica saturado de tanto merchandising. Entendemos que a questão visual e auditiva da divulgação é importante, porém, fazer disso a principal ferramenta de campanha, pode ter até seu efeito contrário, pois o povo pode se aborrecer com os excessos.
Outro ponto, são os candidatos  casuais, que, pelo que percebemos, pouco ou nada entendem do processo e de seu papel durante e depois da campanha. Candidatos cheios de entusiasmo, como se fosse uma simples brincadeira de competir, com pouco ou nada de conteúdo, e pior, agindo como se fossem autoridade, e, o que percebemos também, é que os candidatos que se dispões ao pleito, são cada vez mais jovens. Sabemos que existem muitos jovens que são politizados sim, e são peças valorosas para o tema em questão, porém a maioria dos que se candidatam não demonstram tal condição. É uma pena, que dos recursos permitidos pela legislação, os mais utilizados, são os que apenas apresentam o nome dos candidatos, permitindo que as pessoas só o avaliem pelo que a propaganda diz sem ter a oportunidade de analisar o teor do candidato segundo suas propostas e conhecimentos mínimos considerados para tal responsabilidade.
Assim sendo, em muitos casos, o eleitor, infelizmente, acaba se deixando influenciar por toda sorte de publicidade, onde muitas vezes acaba decidindo seu voto tão somente pelo motivo do candidato ser o mais divulgado, com a intenção de “não perder o seu voto” como alguns dizem, abandonando assim a oportunidade de eleger quem realmente tem qualificação para representá-los de acordo com suas reais expectativas. Enfim, o que acaba ocorrendo é escolha de candidato desqualificado por eleitor alienado.
 Vamos aguardar o resultado de tudo isso, só então é que saberemos o que é que realmente influencia na decisão do povo, se o que o candidato realmente é, ou se o que impõe com suas “estratégias políticas” de marketing pessoal.


Sobre o Autor:
Denize Sousa Pereira *Denize Sousa Pereira nasceu em Santa Izabel do Pará em 1964, Especialista em Gestão Pública, formada pela UNAMA, 2003 - Tema de preferência: Empreendedorismo na Gestão Pública. Denize escreve todas as terças para este Blog.
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O ENDIVIDAMENTO HERDADO

sábado, 25 de agosto de 2012.
Por Lino Oliveira   

Quem conhece este município a partir de 1950, sabe que sempre fora esquecido por muitos governos, em função do aproveitamento de um político, que dominou as ações por 30 anos. Durante todo esse período, com uma política assistencialista, apostando na falta de hospitais no município, conseguiu levá-lo ao caos generalizado.

     Essas três décadas foram suficientes para que Sta. Izabel se transforma-se em um dos municípios que menos se desenvolveu na região nordeste do Pará. O citado político, que fora deputado por cinco vezes, não admitia que nenhum outro parlamentar ajudasse esta terra, como  nos tempos dos velhos coronéis.
     Nascia depois dessa grande tempestade, nos anos 80, um município sem rumo, sem perspectiva e totalmente destruído.
     Administradores sem embasamento ou tirocínio político, sem metas e planejamento, foram responsáveis por endividamentos colossais e mesmo assim, conseguiram escapar de iminentes cassações.
      A bem da verdade, alguns prefeitos ainda tentaram amortizar tais passivos, porém foram atitudes infrutíferas, pois como se sabe, o município não dispõe de superavit e funciona,até hoje, com verbas insuficientes e limitadas  -e sem ter representantes que negocie com governos, continuará na orfandade, sabe-se lá até quando.
      Por isso, continuamos batendo na tecla: não se pode acreditar em administrações, que não tenham como meta principal, o crescimento econômico  -pois a choradeira do endividamento herdado, sempre será a desculpa, da inabilidade administrativa. 
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Nossa triste realidade política

sexta-feira, 24 de agosto de 2012.

Por *Denize Sousa Pereira

Estamos na metade da campanha política para as eleições municipais de 2012, no entanto, o que podemos perceber é que nem todos os candidatos ainda conseguiram entender onde estão inseridos. O que muitos pensam é que se trata somente de uma condição momentânea, estão concorrendo a uma vaga na vida pública, sem na verdade ter noção da dimensão da responsabilidade a qual os espera. O que é uma pena, pois, o que temos visto são muitos candidatos, muita propaganda e pouca proposta, e ainda , quando tem, muitas vezes sem a devida consistência.   Vivemos um cenário que, ao que parece, muitos pensam que para se destacar basta ter condições financeiras para fazer seus nomes aparecerem de forma convincente como a melhor ou única opção aos eleitores para resolver os problemas do município. Temos candidatos de todos os tipos, ou ainda, que fazem tipo com nomes que em alguns casos chegam a ser até facetos, como se fossem apenas personagem para ser memorizado, a fim de fazer com que o eleitor não consiga tirar de sua cabeça, ajudado por seus jingles . Com todas essas coisas acontecendo dá pra perceber o real motivo do descrédito dos políticos perante o povo que já não leva mais política e muito menos os políticos a sério. Assim sendo, percebemos que fica muito difícil para um verdadeiro político, que realmente tem preparo e condições de nos representar em defesa de nossas causas, conviver com tamanha disparidade de intenção. Porém, com toda essa situação que não dificilmente causa indignação por parte das pessoas que realmente primam pela verdadeira política partidária, a responsável pela condução de nossos representantes ao poder, não poder pelo poder, mas o poder de poder fazer, de conquistar objetivos em prol à causa pública na busca da verdadeira execução da política pública para a satisfação de nossa sociedade. No entanto, esperamos que  essa conjuntura não seja motivo de desanimo para as pessoas, sejam eleitores ou candidatos, realmente empenhados e não desanimem de tentar fazer sua parte como cidadão com a consciência de que podem tentar mudar essa triste realidade não desistindo de sonhar e lutar para  realizar.  
Sobre o Autor:
Denize Sousa Pereira *Denize Sousa Pereira nasceu em Santa Izabel do Pará em 1964, Especialista em Gestão Pública, formada pela UNAMA, 2003 - Tema de preferência: Empreendedorismo na Gestão Pública. Denize escreve todas as terças para este Blog.
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BR 316 - PARÁ

sábado, 18 de agosto de 2012.
Por *Rodrigo Bruno de Sousa


Os 20 km desta rodovia federal esta passando por modificações que visam à obstrução de retornos consentidos pela PRF, mais que no fundo alguns eram clandestinos. Devido à grande quantidade ao longo dessa extensão de rodovia federal. Que causavam e causam uma quantidade acentuada de acidentes por conta de inúmeros fatores, onde um deles elenco denominado de “imediatismo” ou o jeitinho brasileiro. O de querer se dá bem em tudo.
A verdadeira obstrução ocorre quando pedestres ciclistas e motoristas em geral, provocam acidente e alguém vem a óbito. Interrompendo por um “tempo” (minutos e até horas) que acaba, dificultando o compromisso de alguém que nada tem haver. Por conta o imediatismo de fulano, ciclano e beltrano.
Escuta-se reclamação de motoristas que a PRF estabeleceu essas obstruções sem uma consulta previa. O que dificulta o trabalho dos próprios causadores de infrações brandas, mais quando somadas aos montes durante todo um dia. São absurdas. Por isso, penso que essa medida foi à solução? Acredito que não. Para mim, foi uma medida extrema que pretende reduzir pelo menos os acidentes que ocorrem motivados pela quantidade excessiva de retornos que existiam. Acredito que a solução virá tomada em parceria com os condutores dos mesmos e o apoio desta instituição que é a responsável em manter a ordem nas estradas federais. Instituição criada para:
Fiscalizar a questão do tráfico de pessoas (denúncia ou não); Fiscalizar a questão de contrabando de cargas (denúncia ou não); Fiscalizar a questão do tráfico de drogas (denuncia ou não);
Acredito que superficialmente essas atribuições são dessa instituição. Mas, a PRF, atua como membro do estado ainda paternalista:
Intervindo em brigas; Em acidentes causados por ingestão de bebida alcoólica; Acidentes por conta do imediatismo; Acidentes pelo uso indevido do aparelho celular; Acidentes por inexperiência do condutor (negociação da CNH); Acidentes provocados por ultrapassagem indevida.
E, ainda a legitimação paternalista se dá em feriados prolongados, onde a PRF, lança uma “fralda” orientadora e aplica aos condutores, que:
Semanalmente dirige-se em vias urbanas burocratizadas (sinalizadas) e o feriado prolongado favorece um passeio pelos ambientes onde existe uma única alternativa a BR 316. Que se torna um corredor sem limites para alguns. Ai, lá vai a PRF atuar paternalmente sancionando suas regras.
Uma discussão interessante é que os condutores em seu discurso demonizam a PRF, com inúmeros dizeres: Que desse jeito vou ter que aumentar a corrida, com o retorno tão distante (taxista); Agora vou me atrasar mais em deixar meu filho na escola, vou ter que ir lá mais à frente (os pais); desse jeito o patrão vai pensar que estamos passeando por ai (motoristas de entrega) e tantos outros reclamantes.
 É legitima a reclamação a não aceitação de normas sem consulta previa. Acho injusto aos motoristas que conduzem responsavelmente sua direção. É aplicada a generalização, por causa de uns todos serão penalizados. Infelizmente.


Sobre o Autor:
Rodrigo Bruno de Sousa *Rodrigo Bruno de Sousa Nasceu em Altamira no Pará em 82, é bacharel em Ciências Sociais e também graduando do curso de Ciências da Religião – UEPA e participa do Grupo de Pesquisa dos Movimentos, Instituições e Cultura Evangélica da Amazônia - MICEA
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"GRANDES LIDERANÇAS"

quarta-feira, 8 de agosto de 2012.

Por Lino Oliveira




Depois da lista dos atuais “líderes Izabelenses”, na visão do companheiro Bruno Marques, é que podemos fazer uma avaliação de como chegamos a atual situação: um dos municípios que menos produz e que menos se desenvolve na Região Metropolitana de Belém e talvez, no nordeste do estado (Vide dados do IBGE).

Embora respeitando alguns nomes, com “lideranças” assim, não há necessidade de termos oposição ou concorrentes lá fora.

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A Brincadeira Acabou, Chegou o Segundo Semestre.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012.



De férias em julho o blog ficou meio que desatualizado e agora com a volta para as atividades normais tentarei por ordem na casa para prosseguir com as atualizações diárias, sendo que estou vislumbrando uma atividade difícil de realizar devido o pouco tempo que me restará neste segundo semestre e sempre em mente que além do concurso público que eu pretendo ser aprovado e também os trabalhos acadêmicos que me corroem os neurônios e o tempo que me sobra é para tentar acompanhar as leituras que não consigo fazer, muito livro, muito texto e pouco, muito pouco tempo. E de quebra tenho este blog e o blog verso reverso que está praticamente abandonado e ainda estou concorrendo ao premio Top Blog Brasil e nem disse nada até agora.
A questão do premio Top Blog Brasil que eu e alguns amigos blogueiros estamos concorrendo cujo os blogs que eu li estes dias votei e pedi votos quando estava on lá no facebook.
Se puderem dar este voto é só clicar na aba lateral a sua direita que tem um banner do top blog e inserir seu e-mail ou votar através das contas do facebook e twitter, também se quiser votar com todos eles eu agradeço.
Bem, teremos sem duvidas um segundo semestre cheio de duvidas, dividas e muitas surpresas, pois temos aí pela frente da minha parte mais publicações de pesquisa e encerramento das atividades este ano na academia, e também teremos as eleições para prefeito e vereador que já esta desde sempre me servindo como um belo trabalho para os nervos e exercitando a minha capacidade de ter paciência ou em outras palavras, já deu no saco!
Então é isso, agora é só pinga, estudo, estudo e pinga, pinga e estudo e muita paciência para agüentar a rotina. 
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Não seja Marionete nas mãos de um político, passe em um concurso público e tenha estabilidade.

domingo, 5 de agosto de 2012.

Por Erisson Fanjas


No assunto de hoje, irei explanar sobre o quanto é importante você ter sua estabilidade no emprego e conseqüentemente financeira. Afinal, todos temos planos para vida e eles só serão concretizados se tivermos capital.

Como esse é um ano político, somos constantemente assediados com promessas fabulosas, propostas de empregos, tapa na costa, etc.

Contudo, quando a eleição acaba é que sabemos quem é quem.

Porém já é tarde, e não irá adiantar chorar o leite derramado.

O político seja pra ganhar a eleição, ou até se manter no cargo (reeleição), faz mil peripécias. Hoje o que vemos são vários artifícios, sendo que o mais forte é o “Cabide de emprego”. Contudo, é uma incerteza para ambos os lados. Vejamos:

O político irá usar seu potencial como cabo eleitoral, seja no seu bairro, comunidade, ou família. Logo, você será o “elemento meio”, o “link” entre o político e as pessoas que você conhece. Bom, até aí tudo bem.

Contudo, quando o político perceber que já tem domínio do “curral eleitoral”, seu potencial de captação de votos enquanto cabo eleitoral terá expirado. Assim, o político não precisará mais de você para chegar diretamente ao eleitor. Nesse sentido, você não terá mais utilidade. Conseqüência: outro cabo eleitoral irá se apropriar de sua vaga e assim o círculo vicioso continuará. Isso é fato!

Uma das piores conseqüências de tudo isso é o conformismo e a acomodação. Ou seja, o político não faz projetos para criação de novos empregos e renda e o cabo eleitoral empregado não procura estudar, se acomodando com o que está recebendo momentaneamente.

Sinceramente.... O final dessa história não é difícil prever: o cabo eleitoral tem um contrato de trabalho ínfimo e logo perderá seu cargo. O político, por sua vez, se vale do cargo para implantar o famoso “cabide de emprego”, entretanto isso não é garantia de se (re) eleger, pois a população já está cansada disso. Logo, o final de ambos (cabo eleitoral e político) é certo: conformismo e retrocesso.
Partindo dessa análise, alerto novamente você, passe em um Concurso Público e seja dono do seu próprio nariz. Não dependa de político para arranjar um emprego momentâneo. Vote em quem de fato você entende que será promissor, ético e comprometido. Boa eleição a todos e principalmente a você Concurseiro.


Concurseiro, você é seu próprio fiscal!

Todo concurseiro deve traçar suas metas e procurar segui-las rigorosamente. Se você programou estudar 2 horas por dia, se separou por partes o conteúdo programático e estipulou um período para concluir, deve de fato cumprir (lembre-se que é importante deixar um período apenas para revisão). Nesse processo você é seu próprio fiscal, caso não siga o que você próprio estipulou, estará sendo prejudicado por você mesmo.

Ao conversar com uma amiga minha daqui de Santa Izabel do Pará, que já prestou 3 concursos públicos e infelizmente não havia passado em nenhum, a mesma desabafou que estava ficando desacreditada, que “não levava jeito pra coisa” e que estava ficando cada vez mais desiludida em ser funcionária pública. Até sua família tirava-lhe as forças.

Realmente isso é verdade, quando começamos a prestar Concursos e vemos que os resultados positivos não vão aparecendo, começamos a julgar nosso potencial, particularmente falando, não desejo isso pra ninguém. No caso dela, já era o terceiro Concurso que havia prestado e sequer ficou na lista de aprovados, muito menos classificados. Contudo, devemos entender que existem Concursos em que de fato não nos damos bem, apesar de ter estudo muito e seguido rigorosamente o planejado. Comparo a vida de um Concurseiro a de um corredor de rua. No meu caso, pratico corrida de rua há 2 anos e de uma coisa tenho certeza, cada corrida é uma corrida, ou seja, tem suas particularidades, apesar de serem geralmente de 10 km.


Logo, cada prova de Concurso é uma prova. Mesmo quando não passamos, temos que tomar como aprendizado. Temos que entender que passar em um Concurso pode ser uma questão de tempo, planejamento e estratégia, sendo que nesse interstício, o candidato não deve se deixar cair no descrédito e de fato continuar com muito afinco seguindo seu plano de estudos, aferindo onde vem sendo prejudicado, como por exemplo: disciplinas com dificuldade, ansiedade, insônia na véspera da prova, “branco” , concentração, pouco tempo pra resolver as questões, etc. Uma vez você identificando onde está o problema, já deu um grande avanço, resta agora buscar formas de minimizá-lo. Algo que julgo relevante é o Concurseiro criar um vínculo de amizade com pessoas de interesse comum, principalmente com aqueles que já militam na área. Na internet existem vários grupos de discussão sobre esta área, sugiro que façam uma busca no FACEBOOK, tem muita gente lá disposta a ajudar. Inclusive podem contar comigo.

Não importa se você fez 3, 8, 30, 50 Concursos, o importante é que você está na luta, você é a primeira pessoa que deve acreditar em você mesmo, você é o seu melhor investimento. Seja fiel ao seu plano de estudo e corra atrás de seu objetivo. Seja seu próprio fiscal.
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Onda Verde? Onde?

quinta-feira, 2 de agosto de 2012.
Eu hein Zé! Tem gente que não toma jeito, mas fazer o quer? Eu que moro aqui no Triangulo no conjunto Edilson Abreu II só conheço duas ondas a dá rapaziada e dos “caras” da lei quando querem uma mariruana (que pra mim já tinha que ter sido liberada e legalizada a muito tempo) e a outra é quando chove e as ruas cheias de buraco e lama fazem uns enrolarem as bainhas das calças e outros saírem com o pé só lama, fora essas ondas qualquer outra é invencionice.
Engraçado isso porque me lembrou do tempo em que minha vó veio morar por aqui e ainda tinha aquele sossego de uma região não tão próxima do centro e uma área bem conservada de “mata” ambos praticamente desapareceram daqui. Principalmente porque contrariando os ouvidos alheios candidatos que acham que vão ganhar estourando nossos tímpanos enfileiram inúmeros “treme terra” bem na hora que se pretende fazer alguma atividade, como este blogueiro que queria escrever, mas não se concentra com um troço desse fazendo como minha vó diz “um puco-puco”.
Gostaria que uma onda de bom senso e vergonha na cara invadisse a mente de candidato cão cão que aparece de quatro em quatro anos por essas bandas apenas afim de se eleger e depois sumano toma chá de sumiço.
Ouvindo aqui Cone Craw me lembrei de uma frase que diz que “o mundo da voltas” eu espero que eles vão rindo... Rindo... pois o mundo da voltas e um dia esse jogo vira.
OBS: é incrível a velha estratégia de tentar limpar um pouco a casa para o candidato entrar dá certo com alguns. Lembro que o Marió usou este artífice na eleição passada onde era mais rejeitado mandava as maquinas trabalharem e depois entrava e né que fizeram o mesmo aqui, tapa buraco aqui e manda uma maquina planar o chão ali e muita cara de pau, pronto! Eis a receita infalível de quem quer ganhar as eleições e derrotar o povo nas urnas.
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