TRÂNSITO NO MUNICÍPIO, UM GRANDE DESAFIO.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013.

Por Denize Sousa Pereira
Com o início de uma nova administração no município, temos pela frente grandes desafios devido aos também grandes problemas a que são acometidos os cidadãos izabelenses, onde dentre esses problemas, podemos citar o trânsito do município que apesar de ter tentado algum avanço na gestão anterior, se encontra ainda muito aquém do que deveria ser o ideal para a fluir  de forma ordenada e segura. 
Para gerenciar o transito no município, foi nomeado Luiz Santtos, Administrador/Consultor,MBA em Negócios Empresarias, que deixou o trabalho em uma grande empresa onde atuava como Gerente geral,  para contribuir com a atual gestão no sentido somar na efetivação de políticas públicas,  especialmente  no trânsito do município.
Para melhor entendermos o trânsito vamos ao que preconiza o Código de Trânsito Brasileiro que diz o seguinte:
Art. 1º O trânsito de qualquer natureza nas vias terrestres do território nacional, abertas à circulação, rege-se por este Código.
        § 1º Considera-se trânsito a utilização das vias por pessoas, veículos e animais, isolados ou em grupos, conduzidos ou não, para fins de circulação, parada, estacionamento e operação de carga ou descarga.
        § 2º O trânsito, em condições seguras, é um direito de todos e dever dos órgãos e entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito, a estes cabendo, no âmbito das respectivas competências, adotar as medidas destinadas a assegurar esse direito.
Competências no município:
Art. 21. Compete aos órgãos e entidades executivos rodoviários da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição:
        I - cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas de trânsito, no âmbito de suas atribuições;
        II - planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de pedestres e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação e da segurança de ciclistas;
 III - implantar, manter e operar o sistema de sinalização, os dispositivos e os equipamentos de controle viário;
  IV - coletar dados e elaborar estudos sobre os acidentes de trânsito e suas causas;
  V - estabelecer, em conjunto com os órgãos de policiamento ostensivo de trânsito, as respectivas diretrizes para o policiamento ostensivo de trânsito;
  VI - executar a fiscalização de trânsito, autuar, aplicar as penalidades de advertência, por escrito, e ainda as multas e medidas administrativas cabíveis, notificando os infratores e arrecadando as multas que aplicar;
 VII - arrecadar valores provenientes de estada e remoção de veículos e objetos, e escolta de veículos de cargas superdimensionadas ou perigosas;
Como bem podemos ver, ainda temos muito que fazer para a melhoria da qualidade de vida no que se refere a trânsito. Os problemas vão muito além do que a estrutura atual pode contemplar, pois, temos sim um organismo de trânsito municipal, porém os problemas são muito maiores e precisam ser solucionados com medidas que nem sempre são bem aceitas pelos munícipes, que muitas vezes cobram resultado sem sequer pelo menos o mínimo de  contribuição para tanto.  É um trabalho que não depende somente do poder público, e sim do envolvimento de  todos no sentido de construir um trânsito adequado e que ofereça segurança atingindo assim a eficiência.  Sabemos que não é fácil mudar situações que caíram no cotidiano e que passam a ser visto com olhos de normalidade, como se tudo o que acontecesse fosse parte do dia a dia. Não podemos fazer de conta que está tudo bem, temos que contribuir como agentes de transformação pela ordem e segurança, pois só quando cada um passar a fazer o seu papel é que poderemos ter realmente algum avanço.
Que o novo Diretor de Trânsito tenha sucesso na relevante missão a qual lhe foi confiada, pois para que haja organização no trânsito, antes de tudo é necessário que haja um grande trabalho de educação e conscientização, o que não é nada fácil, pois tudo tem que acontecer de forma gradativa no sentido de se fazer cumprir a lei e fazer o cidadão entender sua responsabilidade como também  parte integrante  desse processo.

Fonte: 
http://www.politica-em-debate.com/

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