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Indicação de Leitura

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013.

Por Tiago Sousa*

Gente estava com saudades de fazer isso. Tanto tempo ser indicar nadica de nada.
Vamos lá…
O indicado para leitura é o Blog Bons Voos que é administrado por minha amiga de turma no curso de Ciências da Religião Amanda Melo que criou este blog para servir também de diário de campo de sua pesquisa que está a analisar o espetáculo Ritos. Sob o ponto de vista da encenação do religioso dando ênfase ao aspecto ritual a Amanda começa a construir esta pesquisa.
Espero e já disse isso a ela que este blog não pare por aí e continue a sua caminhada como blogueira e possa construir também outras coisas que ela gosta de escrever no blog.
Esse blog vai ficar show, já disse a ela que o “espaço geográfico do blog” me agradou muito.
Para quem quiser dar uma espiada no blog da Amanda vai o link:

Sobre o Autor:
Tiago Sousa*Tiago Sousa Natural de Santa Izabel do Pará, é graduando do curso de Ciências da Religião – UEPA, Técnico em Turismo pelo CEFET-PA turma de 2005 e participa do Grupo de Pesquisa dos Movimentos Socais, Educação e Cidadania na Amazônia - GMSECA. Tiago é o administrador deste Blog, escreve apenas sobre política no Blog Política em Debate e Também escreve versos no Blog Verso Reverso
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O QUE É SER CRITICO (A)?

Por Rodrigo Bruno de Sousa*


A gente percebe que no cotidiano paira inúmeras contradições a respeito da compreensão do que é ser crítico com o conceito de liberdade estão confusos, ou seja, não esclarecidos, farei breve descrição de atitudes do cotidiano na universidade.
E aí você é crítico?
Vir às aulas de bermuda, short, camiseta, sandália de dedo?
Estender os costumes de casa para outros ambientes?
Ou seria usar óculos, cabelos compridos, ter barba grande?
Ou será que chegar atrasado, ou sair no meio da explicação do professor-colega? E aí?
Em tudo dar seu ponto de vista? Sempre falar? Ou vestir terno/gravata, andar vestido social? Não vir para aula por querer ficar no ócio do lar?
Vestir camisa com estampa de um/uma personalidade nacional ou mundial?
É estar em um banco de universidade? Ser critico não seria ter atitude? Que é atitude? Como fechar a torneira que esta vazando no banheiro? Ou chamar a equipe de manutenção para saná-la?
 Usar calça bordada com bolsos diferenciados, rasgados?
Olhar de cara feia pra alguém? Escutar estilos de musicas exóticas (rock pesado; MPB)?
Ou seria puxar a descarga ao utilizar o vaso sanitário da universidade, de casa, ou outro ambiente? Participar de movimento social é ser critico? Jogar casca de balinha, chiclete, lata de refrigerante, saco plástico, papel no corredor é ser critico?
Ser critico é entrar na sala de aula, interromper a aula, e a professora, perguntar: Agora? E o (a) discente expressar, fiz de propósito na frente de todos? Ou na hora da refeição no restaurante universitário, deixar na mesa bandeja, prato, talher, lata, copo, guardanapo tudo isso jogados?
Enfim, o que é ser critico? Seria cultivar humildade? Mas o que vem a ser humildade?
É andar com roupa simples, sandálias de dedo, ser manso, sempre escutar/executar, ou seria não andar na moda, mas bem vestido e consciente de que “não é a roupa que faz o monge”
Acredito que humildade não seja transparecer através da vestimenta e, mas, saber relacionar-se. Vamos pensar mais um pouco...
Você se vê um critico-critico ou um critico-reflexivo? Pois criticar sem abrir, para elucidação é ser critico?
E o critico reflexivo, acredito que essa visão seja rara ou não na sociedade, pois são poucos os que pensam no e para o coletivo. Como sabemos essa maneira reflexiva exige esforço, dedicação contínua. Enquanto o crítico pela critica acompanha o discurso da “razão instrumental”, sendo um discurso fácil e de propagação superior, pois os meios que veiculam selecionam o que querem. E ai você é Critico (a) do que? De quem?

Sobre o Autor:
Rodrigo Bruno de Sousa*Rodrigo Bruno de Sousa Nasceu em Altamira no Pará em 82, é bacharel em Ciências Sociais e também graduando do curso de Ciências da Religião – UEPA e participa do Grupo de Pesquisa dos Movimentos, Instituições e Cultura Evangélica da Amazônia - MICEA
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TRABALHO PROVEITOSO, PORÉM INGLÓRIO

Por Lino Oliveira

Uma representação do A.C. Izabelense Sub-17, em 2010 e Renato (bem à direita)

       Poucos conhecem (ou até mesmo reconhecem) o trabalho abnegado do desportista Renato Cláudio no A.C. Izabelense.
     Trata-se de um cidadão radicado em nossa terra e por gostar de futebol e mais exatamente do nosso Frangão da Estrada, não mede esforços para orientar a rapaziada da base, e assim garantir que o clube dispute os certames das categorias Sub-17 e Sub-20, promovidos pela Federação Paraense de Futebol a cada temporada.
     Todos os anos lá está ele convidando e selecionando futuros atletas, quando ele próprio aproveita uma "brecha" de horário no campo do Frangão e dedica boa parte de seu tempo, para formar novos valores -muito embora saiba, que não serão aproveitados no próprio clube, que não opta por essa política ou política alguma.
      São jogadores que ele mesmo descobre ou através de informações, consegue montar equipes que não têm feito vergonha às cores Alvirrubras e nem tampouco ao futebolizabelense.
      Infelizmente (ou felizmente), sua dedicação é infinitamente maior que a atual direção (será que tem?) do clube, que hoje atravessa sua pior fase existencial, sem que os verdadeiros e históricos Izabelenses ombreiem-se e de maneira digna, honrem o passado de tantos benfeitores do Clube, que por ali passaram.
     Renato trabalha em silêncio, praticamente sozinho e consegue manter uma equipe, representando o outrora Terror da Estrada, com a ajuda de terceiros aos quais recorre humildemente.
     Meus amigos, fazer futebol nesta terra (mesmo que amadoristicamente), torna-se cada vez mais difícil,haja vista que , o próprio município, há oito anos não participa do Campeonato Intermunicipal por exclusivo descaso da administração municipal que  passou.
     Olhando-se pelo prisma do mérito, este desportista que se chama Renato, merece no mínimo respeito e elogio popular e apupos àqueles que se omitem em lutar e elevar o esporte,principalmente o nosso decadente e inexpressivo futebol da atualidade.  
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E Tudo Permanece


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Frases e Provérbios

"Onde acaba o amor têm início o poder, a violência e o terror"
- Carl Gustav Jung

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MEIO AMBIENTE. RESPONSABILIDADE DE CADA UM?

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013.
Por Rodrigo Bruno de Sousa*


Quem são os responsáveis pela destruição do meio ambiente?

Se sua resposta foi governo, indústrias, agricultura; esta na hora de você repensar o assunto e refletir sobre a sua responsabilidade em relação ao meio ambiente.

O que você pode fazer para preservar o meio ambiente?
1- ECONOMIZE ÁGUA; como?
= ao tomar banho, procure ser rápido e feche a torneira enquanto estiver se ensaboando.
= Mantenha a torneira fechada quando estiver escovando os dentes ou fazendo a barba.
= Ao lavar o carro utilize balde.
= Não use somente água para limpar calçadas, use também a vassoura.

2- ECONOMIZE ENERGIA;
= Abra a porta da geladeira apenas quando tiver a certeza do que quer pegar.
= Abra as janelas para clarear os ambientes. Durante o dia.
= Não deixe as lâmpadas acesas quando não estiver no ambiente.
= Não deixe a televisão ligada ao dormir.
= desligue os aparelhos eletrônicos da tomada quando não os estiver usando.
= Evite banhos demorados, pois, alem de gastar água, consome-se muita energia.

3- RECICLE O LIXO;
3-1- Como podemos definir reciclagem?
É qualquer material considerado sem utilidade, supérfluo ou sem valor gerado por nós e que precisa ser eliminado.
3-2- Por que reciclar o lixo?
  • Ajudamos a gerar emprego e receitas de comercialização dos recicláveis e com os novos produtos.
  • Diminuímos a poluição dos rios, lagos, mares, do solo e do ar, com isso contribuem para a preservação do meio ambiente.
  • Aumentamos a qualidade de vida das pessoas e melhoramos a limpeza das cidades.

4- CULTIVE AS AREAS VERDES E PLANTE ARVORES;
= Porque melhoram a qualidade do ar, pois retiram o gás carbônico e liberam oxigênio para a atmosfera.
= Uma arvore pode transpirar por suas folhas ate 60 litros de água por dia.
= As arvores formam uma espécie de barreira sonora que impede a propagação de ruídos.
= As arvores nos proporcionam a sombra, locais para descansar e fugir dos raios solares cada vez mais nocivos para a nossa pele.
5- CONSUMA COSNCIENTE;
Diminua o uso de embalagens
= racionalize o uso de sacolas plásticas em supermercados, levando a sua sacola de casa. (sacola permanente)
= Outra opção é carregar suas compras em caixas de papelão.
= Comprar produtos a granel; é outra maneira de diminuir o consumo de embalagens.
= Dê preferências aos sacos de lixo, sacolas de compras, garrafas biodegradáveis que depois de descartados, se transformam em composto orgânico que não polui o meio ambiente.
Evite produtos descartáveis
Ao invés de copos descartáveis diariamente use copo plástico permanente
6- LOCOMOVA-SE CONSCIENTE;
Evite transporte individual
= Avalie a possibilidade de fazer seus deslocamentos por meio de transporte coletivo.
= Seja adepto do transporte solidário, dando carona a um colega de trabalho ou levando as crianças à escola.
= Procure andar mais a pé ou de bicicleta.
7- NÃO CRIE ANIMAIS SILVESTRES
= Ter espécies nativas em casa é crime previsto em lei e contribui para a extinção daquela espécie na natureza.
8- SEJA ATUANTE; como?

Fonte: promoção sest/senat 2007

Sobre o Autor:
Rodrigo Bruno de Sousa*Rodrigo Bruno de Sousa Nasceu em Altamira no Pará em 82, é bacharel em Ciências Sociais e também graduando do curso de Ciências da Religião – UEPA e participa do Grupo de Pesquisa dos Movimentos, Instituições e Cultura Evangélica da Amazônia - MICEA
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PASSEATA CONTRA VIOLÊNCIA

Por Lino Oliveira

Cerca de trezentas pessoas foram as ruas ontem (17), fazer um veemente apelo às autoridades, chamando a atenção contra a violência que vem aterrorizando a população. Os participantes portavam faixas e cartazes, além de um carro-som, onde várias pessoas se manifestavam, pedindo providências urgentes.
     Para se ter uma ideia, somente em dois meses, dois assassinatos e assaltos constantes vêm ocorrendo, além do último caso, que foi o desaparecimento de um profissional (moto-taxista), ainda desaparecido. Os manifestantes percorreram vários bairros da ccidade até por volta das 17 h deste domingo. 
Fonte: http://bloglinoliveira.blogspot.com.br/
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Ficha


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Frases e Provérbios

" Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros"
- Che Guevara

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MEIOS DE COMUNICAÇÂO DE MASSA – RÁDIO E TELEVISÃO II

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013.
Por Rodrigo Bruno de Sousa*


Os primeiros estudos sociológicos, psicológicos e filosóficos sobre os meios de comunicação de massa foram feitos quando se deu a expansão das ondas de rádio. Mas do que o telefone, o telegrafo sem fio e o fonógrafo, o rádio despertou interesse por que com ele iniciou-se efetivamente a informação e a comunicação de massa à distância.
Dois fatos nos ajudam a perceber o impacto e a importância do rádio:
1º fato – O caso da transmissão radiofônica de “a guerra dos mundos”, nos meados dos anos 30, o cineasta Orson Welles e sua turma não avisaram o público de que se tratava de uma obra de ficção científica, mas a apresentaram como se de fato Nova York estivesse sendo invadida por alienígenas e o pânico tomou conta da cidade, pessoas fugiram de suas casas, procurando trens, ônibus, etc...
2º fato – Utilizado pelo nazismo com finalidade de propaganda política. Discursos de Hitler entrevistas com militantes do partido nazista, transmissão de notícias das frentes de guerra foram empregados para convencer a sociedade Alemã sobre a grandeza, justeza e poderio nazista. Em outras palavras o “poder de persuasão e de convencimento”, a capacidade mobilizadora do rádio.
No Brasil, os anos 1940, durante a ditadura de Getúlio Vargas, foi criado pelo governo um programa diário para transmitir as noticias oficiais e as idéias do ditador: “A voz do Brasil”.
A desinformação é o principal resultado da maioria dos noticiários de rádio e televisão:
* Falta de localização espacial – o espaço real é o aparelho de rádio e a tela da televisão,  que tem a peculiaridade de retirar as diferenças e distancias geográficas, de tal modo que algo acontecido na China, no Iraque ou em Campina Grande pareça próximo e distante.
* Falta de localização temporal – os acontecimentos são relatados como se não tivessem causas passadas nem efeitos futuros; surgem como pontos puramente atuais ou presentes, sem continuidade no tempo, sem origem e sem conseqüências.
Realidade Fragmentada
Acabamos de mencionar o modo como o noticiário nos apresenta um mundo irreal. Em contrapartida, as telenovelas criam o sentimento de realidade. Elas o fazem usando três procedimentos principais:

I – O tempo dos acontecimentos telenovelisticos é lento para dar a ilusão de que cada capitulo, passou-se apenas um dia de nossa vida,ou passaram-se algumas horas, tais como realmente passariam se fossemos nós a viver os acontecimentos narrados;
II – As personagens, seus hábitos, sua linguagem, suas casas, suas roupas, seus objetos são apresentados com o máximo de realismo possível, de modo a impedir que sintamos distantes deles (como nos sentimos no cinema e no teatro).
III – A telenovela aparece como relato do real, enquanto o noticiário como irreal.
Ex: a reação de cidades inteiras quando um personagem morre (as pessoas choram, ficam de luto). Em contraponto, uma falta de reação das pessoas diante de chacinas reais.
IV – A dispersão da atenção;
V – A infantilizaçao.
 
A programação se dirige ao que já sabemos e já gostamos como toma a cultura sob a forma de lazer e entretenimento, os meios satisfazem imediatamente nossos desejos porque não exigem de nós atenção, pensamento, reflexão, critica, perturbação de nossa sensibilidade e de nossa fantasia. Em suma, não nos pedem o que as obras de arte e de pensamentos nos pedem.
Opressão dissimulada
Um outro traço da indústria cultural que merece nossa atenção é seu autoritarismo, sob a aparência de democracia. Um dos melhores exemplos encontra-se nos programas de aconselhamento. Um especialista é sempre um especialista – nos ensina a viver (CASOS DE FAMÍLIA – MÁRCIA), um outro nos ensina a criar os filhos (SUPER NANY), um que me ensina a me vestir (ESQUADRÂO DA MODA) outros nos ensinam a fazer sexo, a criar o cão (Drº PET), e assim vão se sucedendo especialistas que nos ensinam a ter um corpo juvenil e saudável, boas maneiras, jardinagem, enfim, não há um único aspecto de nossa existência que deixe de ser ensinado por um especialista competente. Onde se encontra o lado autoritário desse tipo de programação (no rádio e na televisão) e de publicação (no caso de revistas, jornais e livros)? No fato de que funcionam como intimidação social.
De fato, como os meios de comunicação nos infantilizam,diminuem nossa atenção e capacidade de pensamento, intervem realidade e ficção e prometem, por intermédio da publicidade, colocar a felicidade imediamente ao alcance de nossas mãos, acabam nos transformando num publico dócil e passivo.  Uma vez que tornamos dóceis e passivos, os programas de aconselhamento, longe de divulgar informações (como parece ser a intenção generosa dos especialistas), tornam-se um processo de inculcaçao de valores, hábitos, comportamentos e idéias, pois não estamos preparados para pensar, avaliar e julgar o que vemos,ouvimos e lemos. Por isso ficamos intimidados, isto é, passamos a considerar que nada sabemos que somos incompetentes para viver e agir se não seguirmos a autoridade competente do especialista. 
Dessa maneira, um conjunto de programas e publicidade que poderiam ter verdadeiro significado cultural tornam-se o contrário da cultura e de sua democratização, pois se dirigem a um público transformado em massa inculta, infantil, desinformada e passiva.
 Jerry Mander (Que foi executivo e relações públicas em rede de televisão norte-americana por 15 anos), num livro intitulado Quatro Argumentos para eliminar a televisão, explica por que a televisão não pode ser considerada um meio de comunicação democrático. Seus dois principais argumentos são de caráter econômico e tecnológico.
Do ponto de vista ECONÔMICO:
As redes de televisão são ou propriedades privadas ou concessões estatais para empresas privadas, como tais operam com as idéias de lucro e de conservação de seu próprio poder. Sendo determinado o conteúdo da programação pelo critério do lucro (e não da qualidade) e da conservação do poder dos proprietários (excluindo, portanto, tudo quanto possa por em perigo esse poder e também o poder dos governos existentes, dos quais dependem as concessões).
Do ponto de vista TECNOLÓGICO:
* Ausência de Sutileza A televisão tem preferência por imagens cujos sinais ou pontos sejam nítidos e tais imagens são os rostos em close-up, ou seja, vistos de muito perto. Além disso, o que esta atrás e em volta da imagem não pode ser complexa (muitos objetos, muitas cores), mas precisa ser o mais simples possível. Assim nos programas geográficos ou turísticos, a câmera não consegue mostrar uma floresta (mostra uma mancha verde ou mostra algumas arvores) ou uma cidade (mostra uma mancha cinza ou mostra alguma rua com algumas casas); nos noticiários e programas de debates, por exemplo, nunca vemos o todo da cena, nunca vemos tudo o que está realmente acontecendo, mas apenas um corte, escolhido pela câmera. É por isso que a televisão tem preferência por programas de auditório, programas sobre violência, os chamados filmes de ação, e esportes, isto é, todas as situações em que os sentimentos, além de serem poucos, são previsíveis.
* Redução da percepção: A televisão só pode transmitir sinais visuais e sonoros. Além de poder oferecer apenas imagens para a vista e a audição, as imagens visuais e sonoras não estão conectadas: vemos imagens distantes com som próximo (por exemplo, montanhas ao longe com nítido som de pássaros e de cachoeiras, que não poderíamos escutar de verdade).
* Regras de transmissão: A televisão obedece a um conjunto de regras que determinam o que é melhor para a transmissão e o que deve ser evitado. Eis algumas:
I - A guerra televisiona melhor do que a paz por que contem muita ação e um sentimento poderoso: o medo (a paz é amorfa e sem graça; nela as emoções são interiores e sutis e não há como televisioná-las). Pelo mesmo motivo, violência televisiona melhor do que a não-violência;
II - Fatos externos (ocorrências e acontecimentos) televisionam melhor do que informações (idéias, opiniões, perspectivas), pois é mais forte mostrar coisas e fatos do que acompanhar raciocínios e pensamentos;
III - Afora rostos humanos, coisas televisionam melhor do que seres vivos (pessoas, animais e plantas) porque as coisas são simples, comunicam diretamente suas imagens numa mensagem sem complicação enquanto as pessoas são complexas, raciocinam, se emocionam, dizem coisas sutis;
IV - Líderes religiosos e políticos carismáticos televisionam melhor do que os não-carismáticos, pois estes se dirigem ao pensamento e ao sentimento das pessoas, mas aqueles se dirigem as emoções mais simples e visíveis, que são bem transmitidas;
V - É mais fácil transmitir um só do que muitos; por isso, nos acontecimentos de massa  ou de multidão,escolhe-se uma única pessoa para opinar e falar ou uma seqüência de pessoas entrevistadas uma a uma;
VI - É melhor transmitir organizações hierárquicas do que democráticas, pois as primeiras têm uma forma muito simples, qual seja a autoridade e os subordinados ou os seguidores;
VII - Assuntos curtos com começo, meio e fim são melhores do que assuntos longos que exigem pluralidade de informações e aprofundamento de ponto de vista;
VIII - Sentimentos de conflito televisionam melhor do que sentimentos de concórdia; por isso, competição televisiona melhor do que cooperação;
IX - Ambição e consumo televisionam melhor do que espiritualidade, pois a câmera não tem como lidar com sutileza, diversidade e ambigüidade;
X - Quando televisionar ‘povos primitivos’, apresente música, dança, canto, caça, pesca, lutas e evite entrevistas subjetivas nas quais se exprimem idéias, opiniões, sentimentos complexos;
XI - O bizarro e estranho televisiona muito bem;
XII - A expressão facial é melhor do que o sentimento: o choro televisiona melhor do que a tristeza, o riso televisiona melhor do que a alegria;
XIII - A morte televisiona melhor do que a vida: na morte tudo está claro e decidido, na vida, tudo é ambíguo, fluido, não completamente decidido, aberto a muitas possibilidades.
Referência Bibliográfica: CHAUÍ, Marilena.  Convite à Filosofia: 13ª ed. São Paulo: Ática, 2006.


Sobre o Autor:
Rodrigo Bruno de Sousa*Rodrigo Bruno de Sousa Nasceu em Altamira no Pará em 82, é bacharel em Ciências Sociais e também graduando do curso de Ciências da Religião – UEPA e participa do Grupo de Pesquisa dos Movimentos, Instituições e Cultura Evangélica da Amazônia - MICEA
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Prefeito Gilberto abre a Caixa Preta do Governo Marió na Câmara

Por Diego Sousa

O papo da "Casa Arrumada" até convenceu, mas como não existe nada que se faça que um dia não venha a tona, o governo passado começou a ter suas falhas descobertas e como se espera de alguém que se elege com mais de 50% dos votos da população, o Prefeito Gilberto Pessôa assumiu seu dever e cumpri seu papel escancarando para quem quiser ver e ouvir que a coisa não está linda e maravilhosa como o Marió e o PMDB pregavam, tenho certeza que isto é só a ponta do iceberg.
Fonte: http://www.blogdodiegosousa.blogspot.com.br/
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Até De Baixo D'água


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Frases e Provérbios

"Quando olho dentro de seus olhos o céu tem um tom diferente de azul"
- Jon Bon Jovi

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MEIOS DE COMUNICAÇAO DE MASSA - A PROPAGANDA I

sábado, 16 de fevereiro de 2013.
Por Rodrigo Bruno de Sousa*


O surgimento das artes gráficas e da fotografia, primeiro, e do rádio, depois, criou uma indústria cultural denominada propaganda comercial. A palavra propaganda deriva de o verbo propagar, que significa “multiplicar, espalhar, irradiar, difundir, divulgar”.  A propaganda é uma difusão e uma divulgação de idéias, valores, opiniões, informações para o maior numero de pessoas. A propaganda comercial é a difusão e divulgação de produtos destinados à venda e dirigidos a consumidores.

A propaganda comercial opera por meio de:

* Explicações simplificadas e elogios exagerados sobre os produtos;
* Slogans curtos que possam ser facilmente gravados;
* Aparente informação e prestação de serviço ao consumidor;
* Garantia que o consumidor será igual a todo mundo e não um deslocado (pois consumirá o que os outros consomem). Mas, ao mesmo tempo será diferente de todo mundo (pois o produto lhe dará uma individualidade especial).

Ex: Nos anos 1940, havia melodias e slogans para um analgésico – “Melhoral é melhor e não faz mal” – para um perfume popular- “Cashmere Bouquet, a fragrância de rosas para você” – para um fixador de cabelos – “Lex dura lex, no cabelo só Gumex”.

Com aumento da competição entre produtores e distribuidores, com o crescimento do mercado da moda, com o advento da sociedade pós-industrial cujos produtos são descartáveis, sem durabilidade (a sociedade pós-industrial é a “sociedade do descarte”) e de consumo imediato (alimentos e refeições instantâneos).

Para ser eficaz, a propaganda deve realizar duas operações simultâneas: Por um lado, deve afirmar que o produto possui os valores estabelecidos pela sociedade em que se encontra o consumidor (por exemplo, se a vida em família é muito valorizada, os produtos devem aparecer a serviço da mãe, do pai, dos filhos...). E por outro lado,além de despertar desejos que o consumidor não possuía, precisa, sobretudo, assegurar a satisfação desses desejos (donde o slogan “sua satisfação garantida ou seu dinheiro de volta”).
A propaganda comercial foi deixando de apresentar o produto propriamente dito (com suas propriedades, qualidades, durabilidade) para afirmar os desejos que ele realizaria: sucesso, prosperidade, segurança, juventude eterna, beleza, atração sexual, felicidade.  A propaganda ou publicidade passou a vender imagens ou signos e não as próprias mercadorias:

Ex: cigarro – aparecer veleiros, motocicletas, corridas de automóveis e o slogan do sucesso.
Ex: manteiga & margarina – aparece à família feliz tomando café, vende-se a imagem da felicidade e da harmonia domésticas para as quais o produto é a condição indispensável.
Ex: sabonete & desodorante - surge a imagem da sensualidade da mulher ou do homem que os usam.
           
A propaganda comercial também se apropria de atitudes, opiniões e posições críticas ou radicais existentes na sociedade, esvazia seu conteúdo social e político e as investe num subproduto, transformando-as em moda consumível e passageira (feminismo – guerrilha revolucionária, movimentos culturais de periferias – liberação sexual – direitos humanos).
A publicidade não se contenta em construir imagens com as quais o consumidor se identifica e por isso consome os produtos. Ela os apresenta como realização de desejos que o consumidor nem sabia que tinha e passa a ter.

Ex: Roupa (perfume) – são associados a viagens a países distantes e exóticos ou a uma relação sexual fantástica.
Ex: Utensílios domésticos (sabão em pó) – são apresentados como a suprema defesa do feminismo, liberando a mulher das lidas caseiras.
Ex: Alimentos – para crianças é apresentado como garantia de saúde e alegria infantis.
 Referência Bibliográfica: CHAUÍ, Marilena.  Convite à Filosofia: 13ª ed. São Paulo: Ática, 2006.


Sobre o Autor:
Rodrigo Bruno de Sousa*Rodrigo Bruno de Sousa Nasceu em Altamira no Pará em 82, é bacharel em Ciências Sociais e também graduando do curso de Ciências da Religião – UEPA e participa do Grupo de Pesquisa dos Movimentos, Instituições e Cultura Evangélica da Amazônia - MICEA
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O GRAVE EQUÍVOCO DE MUITOS

Por Lino Oliveira




      Há os que acreditam que a atual renda do município é suficiente para administá-lo com folga e ainda realizar as obras que gritam por soluções urgentes. O cidadão somente percebe o engano, quandochega à Prefeitura e depara com um mundo de problemas e um irrisório orçamento. A prova cabal está em inúmeras administrações, inclusive a que passou, quando o gestor saiu se queixando de pouco numerário e falta de apoio, de quem, ele  não disse.


    O município há muito padece de um mal quase crônico que é a falta de informação, no que diz respeito.renda e auto-suficiência. Claro que o problema se arrasta desde a sua fundação, onde a maioria dos gestores e legisladores, achavam que a construção de uma escola, a limpeza de ruas e o pagamento em dias do funcionalismo, era o supra-sumo, isto é, uma administração impecável. Ninguém percebeu que a população tenderia a crescer e crescendo, exigiria das gestões, mais urbanização, mais saneamento, mais água potável, mais energia elétrica, mais ruas, mais estradas vicinais, mais educação, mais segurança, enfim mais emprego. 

     Dos anos 70 em diante, acredita-se que a população izabelense quase que triplicou e não se viu um vislumbre de um planejamento racional e exequível, que viesse de encontro a esse vertiginoso aumento demográfico. Desde a citada década que o município já se recentia de um plano de expansão que contemplasse uma maior rentabilidade,através do seu fortalecimento econômico, o que não fora observado, porém empurrado com a barriga.
    Não é de agora que a conta está aí para (quem quiser) pagar : um município com inúmeras carências, onde a mais grave é a falta de oportunidades para o cidadão sustentar sua família. E ainda teve contra si, o não interesse de estabelecer aqui empresas de porte como o Grupo Yamada e outros grandes emprendedores, como se o município fosse auto-suficiente e pudesse prescindir de renda, o que nunca existiu e jamais existirá em qualquer território do planeta, porque isto se constitui truste, e truste é ação criminosa, passando por inabilidade administrativa.
     Resta-nos acreditar no governo entrante, para não ficarmos naquela do: Se correr o bicho pega, se ficar, o bicho come.  
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Vai Vendo...


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Frases e Provérbios

"O castigo da ocasião malograda é o não tornar a encontrar-se mais."
- Jean Jacques Rousseau 
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INOCENTES


Por Tiago Sousa*

Na playList da Semana está a banda de punk paulista Inocentes. A banda Inocentes faz parte do cenário punk brasileiro e figura como umas das primeiras bandas de punk. Nascida em São Paulo em agosto de 1981 da desintegração de outras duas bandas punks paulistas os garotos da banda Inocentes ao que tudo indica tiveram um momento de cisão com o movimento punk, cisão esta que reflete na música que eles tocam, pois a banda ainda está em atividade.

Bem… é isso. Demais, curtam o som dos INOCENTES.

Gostei de colocar o play list, pois em conversa com uma amiga deu pra perceber que muito pouco se escuta do cenário punk nacional, até mesmo os que gostam deste estilo não conhecem grande parte das bandas que a partir de agora estou incumbido de mostrar um pouco do trabalho de cada um aqui. E se alguém quiser indicar alguma banda pode deixar em comentário aqui que vou colocar na lista para executar.


Sobre o Autor:
Tiago Sousa*Tiago Sousa Natural de Santa Izabel do Pará, é graduando do curso de Ciências da Religião – UEPA, Técnico em Turismo pelo CEFET-PA turma de 2005 e participa do Grupo de Pesquisa dos Movimentos Socais, Educação e Cidadania na Amazônia - GMSECA. Tiago é o administrador deste Blog, escreve apenas sobre política no Blog Política em Debate e Também escreve versos no Blog Verso Reverso
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Leitores Outdoor

Por Rodrigo Bruno de Sousa*


Além da literatura light, assim denominada pelo espanhol Enrique Rojas (psiquiatra) na obra “O Homem Moderno - A luta contra o vazio”. Que aborda em um dos capítulos, uma análise sobre a adoção da prática viciadora de ler apenas revistas de fofocas e/ou livros best-sellers com o intuito de estar atualizado no mundo da moda, novelístico, cinematográfico, etc. Possui uma frase que se desconhece a autoria que exalta a importância do ato de ler, ler não pode ser em nossa vida uma atividade menor. Não é suficiente uma cultura exclusivamente oral. Ler ajuda a evitar a superficialidade que nos deforma e esvazia.
 No cotidiano percebemos que os transeuntes ao saírem pelas ruas, a todo o momento se deparam com anúncios estampados em outdoors, palavra de língua inglesa que nos diz “ao ar livre”. Traduzindo para nosso contexto social capitalista, ou seja, em qualquer lugar e é isso que vemos, está por cima, na lateral de prédios comerciais, na fachada das casas, fixada por estrutura metálica e/ou madeira. Para empresas elas são iluminadas e tem estrutura que seja durável, e as de madeira sem iluminação que são utilizadas também como mecanismo de propagação-divulgação de denuncias, anúncios, informações, avisos de utilidade pública, homenagens, shows, etc.
O que motivou escrever este partiu da grave perda que a sociedade local terá que é o fechamento de uma livraria de classe, ou melhor, que contém livros clássicos que ajudam a todos a sair da mesmice de palavras cotidianas e também do crescente número de revistas de todo “modo” sendo impressa com um fragmentado embasamento teórico enfatizando a praticidade, substituindo obras eternas da literatura nacional/mundial e o que é pior ela é tão divulgada que desvirtua qualquer publicação de cunho intelectual.
Mas o título deste texto foi denominado, pela seguinte observação, já que existe literatura light existe leitor light; e também pessoas light possuem alimentos light e por que não leitores outdoor que poderia ser uma categoria de leitor light, no qual toda vez que se passa ou se vai ao centro comercial preocupam-se apenas em ler todos os outdoors ou pelo menos tentam. Reparto esta sensação de insatisfação e impotência perante esse desastre causado por essa não procura de obras que alimentam nosso pensar. Isto é uma vitória para esse discurso instrumentalizado propagado pelos “meios de comunicação” que favorece a homogeneidade de pensamento.


Sobre o Autor:
Rodrigo Bruno de Sousa*Rodrigo Bruno de Sousa Nasceu em Altamira no Pará em 82, é bacharel em Ciências Sociais e também graduando do curso de Ciências da Religião – UEPA e participa do Grupo de Pesquisa dos Movimentos, Instituições e Cultura Evangélica da Amazônia - MICEA
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Os bilionários e a fome no mundo

Por Marcus Eduardo de Oliveira


De acordo com o Índice de Bilionários da Bloomberg, o mexicano Carlos Slim, dono de negócios no ramo de telecomunicações em 18 países, com uma fortuna avaliada em US$ 78,4 bilhões, é o maior bilionário do planeta. Depois dele, vem o cofundador da Microsoft, o norte-americano Bill Gates, com fortuna de US$ 65,8 bilhões, seguido pelo espanhol Amancio Ortega, fundador do grupo têxtil Inditex, dono da marca Zara, com US$ 58,6 bilhões. A soma dessas três maiores fortunas atinge US$ 202,8 bilhões.
Pelo lado dos brasileiros, os quatro maiores bilionários são: Jorge Paulo Lemann, investidor controlador da Anheuser-Busch InBev, maior cervejaria do mundo, com fortuna avaliada em US$ 19,6 bilhões. Em segundo lugar vem o banqueiro Joseph Safra, com patrimônio de US$ 12 bilhões. O terceiro e quarto lugares, respectivamente, ficam com Dirce Camargo, herdeira do grupo Camargo Correa, com fortuna estimada em US$ 14,1 bilhões e, com o empresário Eike Batista, com fortuna avaliada em US$ 11,4 bilhões. A soma das fortunas desses quatro maiores bilionários brasileiros atinge a cifra de US$ 57,1 bilhões. Já a fortuna somada desses sete "imperadores do dinheiro” chega a US$ 259,9 bilhões.
De um lado, rios de dinheiro; do outro, um oceano de tristeza e miséria evidenciada pela fome e subnutrição que atinge, segundo dados da FAO (Fundo para a Agricultura e Alimentação), 1 bilhão de pessoas no mundo. Os que todos os dias tem estômagos vazios e bocas esfaimadas são 14% da população mundial, um entre seis habitantes.
Com US$ 44 bilhões (17% da fortuna dos 7 bilionários citados) resolveria o problema desse 1 bilhão de famintos espalhados pelo mundo. O drama da fome é tão intenso que dizima uma criança com menos de cinco anos de idade a cada minuto. Isso mesmo: uma criança menor de 5 anos morre a cada 60 segundos vítima da falta de alimentos em seus estômagos. Isso porque estamos num mundo em que a produção de grãos (arroz, feijão, soja, milho e trigo) seria suficiente para alimentar mais de 10 bilhões de pessoas.
Somente o Brasil, terceiro maior produtor de alimentos do mundo, atrás apenas dos EUA e da China, verá sua safra de grãos aumentar em mais de 20% na próxima década. No entanto, essa ignomínia chamada fome vai derrubando corpos inocentes ao chão também em nosso pedaço de terra. A situação aqui não é muito diferente da mundial. Em meio às controvérsias em torno do real número de famintos (50 milhões para a FGV, 34 milhões para o IBGE e 14 milhões de pessoas para o governo federal) a fome oculta (caracterizada pela falta de vitaminas e minerais que afeta o crescimento físico e cognitivo, bem como todo o sistema imunológico) atinge 40% das crianças brasileiras. No mapa mundial da subnutrição, estamos na 27ª posição, com 9% da população.
Em pleno século XXI, num mundo em que a tecnologia desenvolve técnicas apuradíssimas para clonar tudo o que bem entender, a fome mata atualmente mais pessoas do que a AIDS, a malária e a tuberculose juntas. Numa época em que o dinheiro corre solto pelos cassinos e praças financeiras em busca de lucro e especulação, a Syngenta, multinacional suíça da área agrícola, investe todos os anos a importância de US$ 1 bilhão em pesquisas agrícolas, mas fecha as mãos para a ajuda internacional aos famintos.
Nunca é demasiado lembrar que habitamos um mundo em que o custo diário para alimentar uma criança com todas as vitaminas e os nutrientes necessários custa apenas 25 centavos de dólar. Contudo, em decorrência da desnutrição crônica, cerca de 500 milhões de crianças correm risco de sequelas permanentes no organismo nos próximos 15 anos. De acordo com a ONG (Salvem as Crianças), a morte de 2 milhões de crianças por ano poderia ser prevenida se a desnutrição fosse combatida.
Mas, poucas são as mãos levantadas em prol dos famintos do mundo. A preocupação dos "Imperadores do Mundo” é outra. Refresquemos a memória em relação a isso: em apenas uma semana os líderes das maiores potências do planeta "fizeram” surgir 2,2 trilhões de dólares (US$ 700 bilhões nos Estados Unidos e mais US$ 1,5 trilhão na Europa) para salvar instituições bancárias no auge da crise econômica que se abateu (e ainda vem se abatendo) sobre as mais importantes economias mundiais desde 2008.
Se a preocupação fosse salvar vidas de desnutridos, incluindo a vida de 900 mil crianças no mundo (30% delas residentes em Burundi, Congo, Eritréia, Comores, Suazilândia e Costa do Marfim), esses mesmos "imperadores” tirariam dos bolsos a importância de US$ 25 milhões por ano, que é o custo estimado para salvaguardar com nutrientes esse contingente de crianças até 2015.
Fonte: Adital
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Qualquer do Brasil*


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Frases e Provérbios

"Aprender música lendo teoria é como fazer amor por correspondência"
- Luciano Pavarotti 

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Política em Debate

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013.

Por Tiago Sousa*
O Blog que contribuo que pretende “apenas” debater política está com nova roupagem. O trabalho do novo layout foi meu, a mudança de domínio se fez necessária para um melhor suporte de ferramentas da pagina e tive ajuda do velho amigo William e o Blog estará sobre os encargos da companheira de blogosfera a amiga Denize.
É bom vocês acompanharem por lá que terá novidades agora com novo formato o blog direciona ainda mais aos seus objetivos que alguns meses no ar dão para tirar de experiência de um projeto e como não poderia deixar de ser blog novo e sem ter sido muito planejado vira projeto ambulante, mas a experiência e a caminhada juntos é que é legal, essa construção coletiva que vira o projeto é muito gratificante.
Eu devo estar me reorganizando até a virada do mês de fevereiro para retornar as publicações nos três blogs como vinha sendo antes de chegar às eleições do ano passado que também contribuíram para mexer com o foco deste blogueiro e, além disso, teve a universidade que me tomou todo o tempo possível.
Só lembrando que as atividades da câmara municipal retornam dia 20 de fevereiro o que deve e com certeza vai agitar o cenário político em nosso município o que vai nos dar muito pano pra manga e muitas linhas para postagens, matérias devem brotar de lá até o decorrer do ano. E é isso.
Com o novo visual espero também que o blog fica cada vez mais interativo, daí a necessidade da participação de todos nós nos comentários do blog ou nos debates do grupo no facebook. 
Para quem ainda não conhece o endereço do grupo no face: 
E o endereço novo do Blog Política em Debate:

Sobre o Autor:
Tiago Sousa*Tiago Sousa Natural de Santa Izabel do Pará, é graduando do curso de Ciências da Religião – UEPA, Técnico em Turismo pelo CEFET-PA turma de 2005 e participa do Grupo de Pesquisa dos Movimentos Socais, Educação e Cidadania na Amazônia - GMSECA. Tiago é o administrador deste Blog, escreve apenas sobre política no Blog Política em Debate e Também escreve versos no Blog Verso Reverso
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LITERATURA LIGHT

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013.
Por Rodrigo Bruno de Sousa*


Também no campo das leituras encontramos o chamado light. É a literatura kleenex, literatura rápida para leitores fáceis. Um bom exemplo disso são as revistas de fofocas ou, como prefiro chamá-las, histórias em quadrinhos para adultos. Ambos têm raízes similares, embora sua análise deva ser feita em separado.
         Sempre existiu uma diferença entre a literatura culta e a popular. A mesma coisa acontece com os livros de filosofia de todos os tipos, pois são mais densos, mais seletivos e minoritários. É evidente que não é a mesma coisa ler um grande livro de Freud – O mal-estar na civilização, Ensaios sobre a vida sexual ou teoria da neurose – do que ler O ser e o tempo, de Martin Heidegger. Os dois autores são importantes, mas o primeiro interessa a quase todo o mundo, enquanto o segundo fica restrito a leitores muito especiais e que conhecem essa linguagem técnica, de maior rigor cientifico.      Nestes casos, o uso do termo técnico afugenta muitos leitores. Por exemplo, com relação à psicologia e a psiquiatria de nossos dias, muitas pessoas a elas recorrem na tentativa de se conhecer melhor. Assim, os livros de bolso, que existem no mercado com certa qualidade, usam linguagem mais acessível ao leigo, fazendo com que se rompa essa barreira técnica, assim ampliando o numero de leitores.
         Os livros light são como os lenços de papel: são usados e jogados fora. As editoras que publicam esses livros logo esgotam suas tiragens, às vezes em menos de um ano. Seus estoques desaparecem como estrelas fugazes sem deixar menor vestígio.  É literatura de consumo rápido, sem quase nada denso que mereça nossa atenção, que serve no maximo para combater o tédio de uma tarde de férias. O mais freqüente nesses casos é alguém escrever um livro desse gênero querendo vender sua imagem: trata-se de fabricar um produto certamente artificial, passageiro desde sua concepção original. Podemos enquadrar nessa categoria também os best-sellers, pois seu significado psicológico deve ser entendido assim: é preciso ler o que lê a maioria das pessoas; dessa forma, as conversas giram em torno do que está nas ruas, na moda.
É uma forma moderna ou light de estar em dia, o que também se aplica as revistas de fofocas. Todo mundo fala das mesmas coisas, o mundo fica pequeno, os temas são mais próximos, as conversas são unidirecionais.

        Contudo, às vezes se dá o fenômeno Umberto Eco: todo mundo comprou O nome da rosa, muitos começaram a lê-lo e poucos chegaram ate o final. O livro é denso, muito ilustrado, erudito, com gosto enciclopédico, de difícil leitura, embora sem nenhuma dúvida, muito interresante. Era importante compra-lo, de falar dele, porque, afinal, não podemos ficar a margem das novidades. A mesma coisa aconteceu com o excelente livro A insustentável leveza do ser, de Milan Kundera, embora este fosse de leitura bem mais acessível.
       É interessante observar ainda que qualquer livro hoje é chamado ‘ensaio’. Este termo, ensaio, acabou se convertendo num recurso fácil para qualificar tudo que não é ficção: uma monografia universitária, um livro que ensina a ser feliz ou algum título divertido por um autor conhecido. O leitor procura a coisa leve, suave, porque não tem tempo e muito menos inquietudes. Faltam também o hábito da leitura, a concentração necessária, coisas que não são adquiridas espontaneamente.
       Outro aspecto dessa literatura light é o comercial. O importante, então, é que o livro venda. Os escândalos financeiros ou os livros de denúncia, mas com certo cunho social, podem fazer tanto sucesso como um livro de receitas culinárias escrito por um grande chef ou um manual para ser feliz sem esforço. A situação atual é grave, porque se descuida da educação intelectual: curiosidade pelos livros clássicos, os grandes autores, os temas eternos e imperecíveis. Estamos todos os dias, sujeitos a uma enorme gama de mensagens publicitárias, recomendando este ou aquele livro de grandes editoras todas com suas linhas light de publicação e cujo único objetivo é que o leitor passe o tempo com um livro nas mãos. É um livro feito para um homem sem cultura, sem critérios definidos e que vive de olho na televisão. Assim, um homem com essas características é presa fácil de qualquer espertalhão que saiba articular bem seu discurso de vendas.
Diante desse fenômeno literário de nosso tempo, acabamos ficando incapazes de assumir o legado cultural imponente que temos ao alcance de nossas mãos; não o aproveitamos por que não conseguimos nos impregnar de sua riqueza e sabedoria. Como psiquiatra, devo dizer que uma de minhas melhores experiências é ler um bom livro, ouvindo música clássica e levantando de vez em quando os olhos para saborear a importância de um bom escritor. Contudo – e voltando a nosso tema -, um sistema editorial ferozmente comercial acaba por alijar os grandes autores por falta de interesse, tempo e preparação dos meios de comunicação.
       Outro problema: nos programas educativos na televisão e no mundo da propaganda raramente se incluem a compra de livros e o interesse pela vida intelectual. A única coisa a que se insiste é de estar na moda: roupa musica do momento e autores fáceis, embora tudo isso seja trivial, ligeiro, inconsistente. Por isso não é de estranhar que não surja um modelo humano mais completo, pois seu destino é perecível, passageira, não dura nada. Vive hoje o mercado editorial uma grande crise por causa da queda nas vendas, mas, entre outros motivos, também devida a proliferação dos canais de televisão. Apesar disso, muitas editoras americanas acabam se salvando graças aos livros denominados não-ficção: é uma volta a textos de certa envergadura, terminada a onda de livros-lixo, kleenex ou do tipo light.
        Em países como a Inglaterra, Alemanha ou Holanda esses livros de bom nível continuam sendo publicados; em outros mercados com mais tradição cultural, como a França, os clássicos sempre tem seu público cativo, mas cada vez mais seletivo minoritário. Quanto à Espanha, sempre tenho comentado que a tendência mais marcante é a culturalizaçao. Apesar da reforma na televisão e sua programação mais ou menos uniforme, ainda predominam os concursos nos quais a pobreza cultural da o tom, e quando aparece um programa de certo nível, outros fatores acabam nos impedindo de assisti-lo. O Boom televisivo fez estragos, pegando muita gente indefesa justamente no momento em que poderia melhorar seu nível intelectual e cultural.
  Os livros com algum estofo, interessantes, são os mais afetados por essa crise, pois muitos não são mais editados por falta de compradores, reduzidos a jovens estudantes de história da literatura espanhola e universal que são obrigados a conhecer seus nomes e, talvez, escrever um comentário sobre alguma dessas obras...
Referência Bibliográfica: Enrique Rojas. O Homem moderno a luta contra o vazio; tradução Wladir Dupont, São Paulo: Mandarim, 1996.  P. 76 a 79.



Sobre o Autor:
Rodrigo Bruno de Sousa*Rodrigo Bruno de Sousa Nasceu em Altamira no Pará em 82, é bacharel em Ciências Sociais e também graduando do curso de Ciências da Religião – UEPA e participa do Grupo de Pesquisa dos Movimentos, Instituições e Cultura Evangélica da Amazônia - MICEA

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Opinião: o Caso Megale e a eloquência do silêncio.

Por Ana Célia Pinheiro da Costa





A reação do deputado estadual José Megale (PSDB) à divulgação de informações sobre o seu suposto envolvimento nas fraudes da Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) só deixa três alternativas: ou ele é muito burro, ou é muito arrogante, ou, ainda,  as duas coisas.

Megale pareceu surpreso com essa divulgação justamente no momento em que tentava alçar voo à Presidência da Alepa, sacudida pelo maior escândalo de sua história, em decorrência de fraudes que podem ter lesado o erário em mais de R$ 200 milhões.

Ora, qualquer pessoa minimamente prudente, e que fosse suspeita de envolvimento nesse escândalo, teria pensado duas vezes antes de se candidatar à Presidência da Alepa.

No entanto, Megale foi em frente, sem nem mesmo pestanejar.

Ao que parece, por confiar no torniquete imposto à imprensa paraense pelo governador Simão Jatene, através do derrame de milhões e milhões em verbas de propaganda.

Quer dizer: o silêncio cúmplice da imprensa proporcionaria ao ilustre deputado o necessário “salvo-conduto” para que alcançasse tal posto, sem ter de explicar ao distinto público como foi possível que alcançasse tal posto, apesar das graves acusações que enfrenta.

É ou não é a cara da arrogância tucana no estado do Pará?

Ao que parece, a Vossa Excelência, assim como outros de seus colegas tucanos, não consegue entender que os tempos mudaram.

Nem mesmo todo o dinheiro do mundo derramado na imprensa tradicional consegue mais impedir o fluxo da informação. 

Blogs e redes sociais estão entre os fenômenos mais importantes para a Democracia, em todos os tempos.

Daí a impossibilidade de chegar a bom termo a “missão” a que se propuseram Megale e os tucanos paraenses: varrer essas denúncias para debaixo do tapete.

Ao renunciar, na manhã de ontem, à candidatura à Presidência da Alepa, o ilustre deputado afirmou que o fazia em nome da decência, e não do “jogo político rasteiro”.

E, assim, errou novamente.

Não há nada de “rasteiro” na divulgação dessas informações.

Pelo contrário: o acesso a elas é um direito inalienável dos cidadãos.

Elas não têm a ver com as preferências pessoais de Megale, com a família dele, com nada, rigorosamente nada, que diga respeito à vida privada do ilustre deputado.

Dizem respeito é à utilização, supostamente criminosa, de recursos públicos.

Por isso, colocam de pronto um imperativo moral, do maior interesse para a coletividade.

Pouco importa se Megale é inocente ou culpado, pois isso só quem vai dizer é a Justiça – se o caso chegar à Justiça.

Mas quem carrega no costado  acusações como essas, não pode ser candidato à Presidência de um Poder.

E, especialmente, do mesmíssimo Poder no qual tais crimes teriam sido cometidos.

Esse imperativo moral também coloca questões complicadíssimas ao nobre deputado e aos tucanos paraenses.

Quando estavam na oposição, os tucanos berravam até mesmo contra um copo de uísque que a ex-governadora Ana Júlia Carepa tomava em um bar, fora do horário de expediente, como se isso fizesse dela - ou de qualquer mulher - uma vagabunda.

No entanto, parecem ter achado “perfeitamente natural” a candidatura de Megale à Presidência da Alepa.

Assim como parecem ter considerado “perfeitamente natural” a nomeação de um delegado acusado de tortura, para o comando da polícia metropolitana; e a nomeação de Antonio Cláudio Fernandes Farias para o comando da área de Análise Criminal da Segup, apesar de ele responder a processo por peculato - no qual, aliás, acabou condenado, no mês passado,  a cinco anos de reclusão.

No mínimo, essa contradição tucana demonstra uma séria incapacidade de separar o público do privado.

Daí, o “jogo rasteiro” – aí, sim – em se tratando dos adversários.

E daí, também, a grave tendência a minimizar os fatos realmente importantes, ou seja, que dizem respeito à coletividade, em se tratando daqueles que lhes são subservientes.

Outra questão complicada é a aparente inércia do cidadão e homem público José Megale, diante da demora do Ministério Público Estadual em analisar as acusações que pesam contra ele.

Megale diz que esteve no MP e colocou “à disposição” o seu sigilo bancário, quando as denúncias pipocaram pela vez na imprensa, em maio deste ano.

De lá pra cá, no entanto, essas informações simplesmente evaporaram do noticiário.

E o distinto público desconhece se o ilustre deputado tentou, ao menos, apressar o passo de cágado do MP.

Vejam bem: não se está a falar do seu Zé da Silva, lá do Tucunduba, sem acesso ao Procurador Geral de Justiça (PGJ), Antonio Barleta.

Deputado, líder do Governo na Alepa, Megale até poderia ter marcado uma reunião com o PGJ, para perguntar: “E aí, Barleta, esse negócio anda ou não anda?”.

Cidadão que afirma ter sido injustamente acusado, poderia ter chamado a imprensa, para denunciar: “me acusaram de uma coisa que eu não fiz e quero a chance de provar que sou inocente. Mas a denúncia tá parada lá no MP!”.

Poderia ter encaminhado ofícios e mais ofícios ao MP. Poderia ter tuitado ou postado alguma coisa no Facebook, cobrando agilidade nas investigações.

No entanto, assim como a imprensa, Megale preferiu o silêncio.

Nada mais compreensível: algumas das acusações que enfrenta são, de fato, difíceis de explicar.

É possível, sim, que Megale não soubesse que os cheques que assinava beneficiavam empresas da família de Daura Hage.

E que tenha homologado, sem saber, licitações fraudulentas.

Afinal, ele era apenas vice-presidente da Alepa e poderia muito bem não ter o “domínio do fato”.

No entanto, o mesmo não se pode dizer em relação às irregularidades que envolvem a empresa MAC Martins.

Megale sabia – e admite isso – que a empresa pertencia a um funcionário de seu gabinete.

E mesmo assim, segundo as investigações do promotor de Justiça Arnaldo Azevedo, que encaminhou o caso ao PGJ, foi o próprio Megale a solicitar os serviços prestados à Alepa pela MAC Martins.

Sempre com dispensa de licitação.

E sempre com valores próximos de R$ 8 mil, o que pode indicar fracionamento de despesa, para escapar ao processo licitatório.

(Leia aqui: http://pererecadavizinha.blogspot.com.br/2012/11/um-misterio-misterioso-que-fim-levou.html 
Aqui: http://pererecadavizinha.blogspot.com.br/2012/11/megale-nega-envolvimento-nas-fraudes-da.html 
E aqui: http://pererecadavizinha.blogspot.com.br/2012/12/procurador-secreto-do-caso-megale-nega.html).


Megale afirma que não sabia que era proibido, ilegal, contratar serviços, para a Alepa, de uma empresa pertencente a um funcionário de seu gabinete parlamentar– portanto, funcionário da mesmíssima Alepa.

E aí o osso fica duro de roer; o açaí, dificílimo de amassar.

Ora, novamente não estamos a falar do Zé da Silva, lá do Tucunduba, mas, de um LE-GIS-LA-DOR.

Como, então, o nobre deputado poderia não saber que isso era irregular?

Será que o cidadão, o deputado, o LE-GIS-LA-DOR José Megale não leu nem mesmo a Constituição, ao menos no que tange à MORALIDADE e à IMPESSOALIDADE da administração pública?

Qual, afinal, o tamanho da “elasticidade moral” do cidadão, da liderança política José Megale, que nem sequer estranhou uma transação assim?

Ontem, ao renunciar à candidatura à Presidência da Alepa, Megale criticou a divulgação das denúncias contra ele.

Praguejou, especialmente, contra o jornal Diário do Pará, que publicou reportagem, no domingo, sobre o mistério que cercava as investigações do Caso Megale, pelo MP (tema de reportagem exclusiva da Perereca, quatro dias antes).

O deputado teria dito, na Alepa, que não permitirá que um “grupo empresarial” venha a “pautar” as eleições para o comando da Casa.

E que não considera “ético” que um jornal “advogue” em favor de um partido em tal eleição.

Porque isso, a seu ver, “contaminaria” o processo eleitoral, “ferindo” a autonomia da Alepa.

No entanto, na noite de ontem, o governador Simão Jatene, o chefe do Poder Executivo, comandou pessoalmente a reunião de deputados que escolheu o novo candidato da base aliada à Presidência da Alepa, em substituição a Megale (será Márcio Miranda, do DEM) e definiu estratégias para interferir até mesmo na data da eleição.

Não, caro leitor, não foi um preposto de Jatene quem comandou a reunião, o que já seria grave: foi o próprio governador.

E hoje os jornais noticiam, como se fosse “perfeitamente natural”, essa interferência descarada, desavergonhada, inconstitucional, antiética do chefe do Poder Executivo nas eleições para o comando da Assembleia Legislativa do Estado do Pará.

Ou seja: o que antes se fazia na sombra e na escuridão, por irregular e imoral, Jatene faz às escâncaras, também sob o silêncio cúmplice da imprensa e de todas as instituições.

E, certamente, nem Megale nem os tucanos dirão coisíssima alguma sobre essa contaminação do processo eleitoral, que pisoteia a autonomia do Legislativo paraense.

Mas, pensando bem, nem precisa que digam coisa alguma.

Em certas ocasiões, os silêncios são pra lá de eloquentes.
Fonte: http://pererecadavizinha.blogspot.com.br/
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